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Análise do polimorfismo dos genes CYP2E1, ABCB1, ABCC2, OCT2 e MATE1 envolvidos nos principais efeitos adversos do tratamento de Câncer de Cabeça e Pescoço com cisplatina

Processo: 17/17245-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Patricia Moriel
Beneficiário:Maria Aparecida Cursino
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/17040-1 - Score de risco poligênico de toxicidade mediada por cisplatina, BE.EP.DR
Assunto(s):Polimorfismo genético   Citocromos   Proteínas de transporte   Neoplasias de cabeça e pescoço   Cisplatino   Estresse oxidativo

Resumo

O Câncer de Cabeça e Pescoço (CCP) é o conjunto de tumores que têm em sua maioria origem em células escamosas. Ocupa o 6º lugar entre os cânceres mais comuns no mundo e a cada ano, estima-se que mais de 633.000 novos casos são diagnosticados, sendo que aproximadamente 75% dos casos apresentam a doença em estágio avançado (III e IV), para os quais o prognóstico é deficiente. No tratamento usual a quimioterapia com cisplatina tem sido empregada concomitantemente à radioterapia para carcinomas inoperáveis e tem sido relacionado à melhor sobrevida e adesão à terapia, sendo necessária a avaliação caso a caso devido a ocorrência de efeitos adversos graves que limitam a terapêutica, especialmente os relacionados à nefrotoxicidade. Este estudo irá verificar a relação de polimorfismos genéticos das enzimas do citocromo P450 e de transportadores das famílias ABC, OCT2 e MATE1, com o estresse oxidativo plasmático e a toxicidade induzidos pelo tratamento com cisplatina em pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço. Portanto, este estudo visa fornecer ferramentas para a melhoria no tratamento dos pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço submetidos à terapia com cisplatina, no contexto da Medicina personalizada. Para isto, utilizaremos amostras de sangue e urina para determinar os quadros de toxicidade, assim como estresse oxidativo. Através de q-PCR serão determinados os perfis genéticos dos genes citados e realizaremos a correlação de dados. Espera-se que os resultados obtidos possibilitem, futuramente, que possamos dispor de biomarcadores de toxicidade. (AU)