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Papel da matriz extracelular e do estresse oxidativo em músculo pterigóideo lateral nas disfunções motoras orofaciais decorrentes de modelo experimental parkinsoniano

Processo: 17/23941-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Glauce Crivelaro Do Nascimento
Beneficiário:Bruno Lima Malzone
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia   Doença de Parkinson   Levodopa   Espécies de oxigênio reativas   Músculos pterigoides   Músculos mastigatórios   Metaloproteinases   Estresse oxidativo   Modelos animais de doenças

Resumo

As desordens musculoesqueléticas, aquelas causadas pela Doença de Parkinson (DP), apresentam destaque pela grande prevalência na população idosa. Sabe-se que essa desordem decorre de efeitos diretos e indiretos da DP e também de sua principal droga terapêutica (L-DOPA) sobre a musculatura esquelética, porém, ainda pouco se sabe a respeito das consequências dessa doença sobre os músculos mastigatórios. Esse estudo tem o propósito de investigar o efeito da Doença de Parkinson, que será induzida por lesão de neurônios dopaminérgicos no feixe prosencefálico medial (FPM - via nigro-estriatal), e administração ou não de L-DOPA sobre a função e estresse oxidativo do músculo pterigoideo lateral. Nossa hipótese é de que a Doença de Parkinson induzirá alterações de na expressão de metaloproteinases e no estresse oxidativo do músculo mastigatório a ser estudado. A influência do tratamento com L-DOPA, uma droga clássica no tratamento de Doença de Parkinson, também será avaliada. Serão utilizados ratos machos Wistar (200g) aleatoriamente divididos quatro grupos: Grupo Controle (GC n=8), que serão os animais não induzidos à Doença de Parkinson e que não receberão tratamento crônico com L-DOPA; Grupo Parkinson (GP n=8), que serão os animais induzidos à Doença de Parkinson por uma lesão de neurônios dopaminérgicos no feixe prosencefálico medial (FPM - via nigro-estriatal); Grupo L-DOPA (GL n=8), que serão animais não induzidos à Doença de Parkinson e que receberão tratamento crônico com L-DOPA; e Grupo Parkinson + L-DOPA (GP+L n=8), que serão os animais induzidos à Doença de Parkinson e que receberão tratamento crônico com L-DOPA. Os ratos serão submetidos no 46º dia após o início do experimento à eutanásia, para a obtenção dos músculos pterigoideos laterais esquerdo e direito para análise histoquímica de espécies reativas de oxigênio (EROS) e imunohistoquímica para metaloproteinase do tipo 2 (MMP-2). (AU)