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Estudo do efeito anticonvulsivo do canabidiol após trauma encefálico

Processo: 17/05242-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Beatriz de Oliveira Monteiro
Beneficiário:Simone Amaro Alves Romariz Bertola
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/13736-9 - O efeito terapêutico do canabidiol após traumatismo cranioencefálico, BE.EP.PD
Assunto(s):Neurofisiologia   Epilepsia   Inflamação   Canabidiol

Resumo

O traumatismo crânio encefálico (TCE) é um insulto cerebral agudo que apresenta como principais consequências o aumento da susceptibilidade de crises convulsivas e epilepsia. A epilepsia pós-traumática (EPT) representa 10-20% das epilepsias sintomáticas e 5% de todos os tipos de epilepsias. O canabidiol (CBD) é um dos principais canabinóides presentes na Cannabis sativa que possui grande potencial terapêutico. De acordo com as evidências observadas em estudos pré-clínicos e clínicos, o CBD apresenta efeito anticonvulsivo e recentemente vem sendo proposto para o tratamento da epilepsia, especialmente em epilepsia refratária, de difícil controle das crises por meio de medicamentos. Contudo, seu potencial terapêutico após um insulto cerebral nunca foi explorado e os mecanismos que geram seu possível efeito anticonvulsivo ainda não são bem compreendidos. Portanto, torna-se necessário investigar os efeitos do CBD em modelos animais de crise epiléptica frente às mudanças pós-trauma, além de identificar os possíveis mecanismos envolvidos. Assim, no presente projeto propomos investigar o potencial terapêutico do CBD nas crises convulsivas induzidas por PTZ após o TCE. Além disso, investigaremos se o CBD diminui a inflamação atuando em alvos específicos ativados por TNF-± (Tumor Necrosis Factor-alpha) tanto in vitro, por meio de cultura de neuroesferas (3D), como in vivo no modelo de crise pós-traumática. Com isso, o projeto deve contribuir com novas evidências que sustentam o uso do CBD para o tratamento da epilepsia, assim como, elucidar, pelo menos em parte, o mecanismo de ação envolvido na proteção das crises.

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