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Ecologia e biodiversidade dos metazoários parasitos de Pimelodus maculatus (Lacépède, 1803) e Hoplias malabaricus (Bloch, 1794) do rio Jacaré-Pepira, bacia hidrográfica do Tietê-Jacaré, SP

Processo: 17/20225-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros de Águas Interiores
Pesquisador responsável:Rodney Kozlowiski de Azevedo
Beneficiário:Regiane Maria dos Reis Bueno
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Sagrado Coração (USC). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Águas interiores   Interação ecológica   Parasitismo   Biodiversidade   Ictiofauna   Indicadores biológicos   Pimelodus maculatus   Bacia hidrográfica do Tietê-Jacaré

Resumo

As interações ecológicas são um dos pilares da biodiversidade e o parasitismo é uma das formas de vida que teve mais sucesso, visto a frequência com que evoluíram e também pela quantidade de parasitos que existem nos dias de hoje, por isso nos últimos anos, os estudos sobre os parasitos de hospedeiros aquáticos têm recebido uma atenção maior devido a sua capacidade de comercialização e a sua possibilidade de ser utilizado como um bioindicador altamente sensível de contaminações ambientais e alterações na biodiversidade. O Jacaré-Pepira é um rio de sexta ordem com extensão total de 2.612 km2 que possui grandes áreas alagadas em sua várzea, sendo conhecido popularmente como "Pantaninho Paulista" e está inserido na bacia do Tiete-Jacaré. Nele se encontram espécies como o mandi-amarelo (Pimelodus maculatus) e a traíra (Hoplias malabaricus) que possuem um ótimo potencial de comercialização e são espécies bastante difundidas em todas as bacias hidrográficas da América do Sul. Existem poucos trabalhos a respeito da estrutura e composição da ictiofauna do rio Jacaré-Pepira e muito menos com relação à fauna parasitária associada às espécies de peixes ocorrentes, por isso, o principal objetivo do trabalho será avaliar a estrutura e composição da fauna parasitária das espécies através de estudos ecológicos e de biodiversidade, tanto para um melhor conhecimento dos hospedeiros como do local, contribuindo assim, para o aumento do inventário da biodiversidade global. (AU)