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Nanomateriais teranósticos revestidos com membrana celular para aplicações em Nanomedicina

Processo: 17/21869-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica
Pesquisador responsável:Valtencir Zucolotto
Beneficiário:Paula Maria Pincela Lins
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Nanomedicina teranóstica   Materiais nanoestruturados   Membrana celular   Endocitose   Exocitose   Exossomos

Resumo

Nanopartículas plasmônicas possuem um elevado potencial em fototermia na região do infravermelho próximo para o tratamento de tumores. Nanorods de ouro têm se destacado devido às suas propriedades plasmônicas, decorrente da sua anisotropia, além da sua estabilidade e baixa toxicidade em meios biológicos. Entretanto, a acumulação dos nanomateriais no tecido alvo e o tempo de circulação são dependentes da capacidade de não serem reconhecidos pelo sistema imunológico. Dentre as estratégias utilizadas para superar essas barreiras, o revestimento de nanopartículas com materiais endógenos tem se destacado pelo custo e biocompatibilidade. Com isso, um dos objetivos desse projeto é desenvolver um sistema multifuncional utilizando-se das propriedades óticas dos nanorods, revestindo-os com a membrana celular extraída e o exossomos de macrófagos (RAW264.7), a fim de gerar nanomateriais teranósticos. Sabe-se que o revestimento com membrana celular impede a fagocitose dos nanomateriais devido a presença de CD47. Além disso, os exossomos são utilizados para comunicação celular e por isso podem carrear qualquer material com especificidade e a longas distâncias. Apesar do rápido progresso da nanotecnologia, ainda existem preocupações toxicológicas na interação entre os sistemas biológicos e os nanomateriais. Portanto, a fim de promover o desenvolvimento seguro da nanotecnologia, principalmente aplicada à Medicina, é essencial avaliar as consequências adversas dos nanomateriais desenvolvidos relacionando as propriedades físico químicas com os possíveis efeitos toxicológicos. Esse projeto une o desenvolvimento de um nanomaterial multifuncional com os estudos de toxicidade e de endocitose e exocitose celular em três linhagens celulares (HTC, HepaRG e RAW264.7). Resultados iniciais já mostraram ser possível sintetizar nanorods com a banda plasmônica longitudinal próxima do infravermelho e extrair exossomos da linhagem proposta. (AU)

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