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Respostas morfofisiológicas de espécies arbóreas às condições edáficas do campo úmido em áreas de Cerrado

Processo: 17/26115-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Rosana Marta Kolb
Beneficiário:Guilherme de Genova Marroni
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/24093-3 - Respostas morfofisiológicas de espécies arbóreas às condições edáficas do campo úmido em áreas de cerrado, AP.R
Assunto(s):Ecofisiologia vegetal   Troca gasosa   Sobrevivência   Clorofila   Fauna edáfica   Cerrado

Resumo

Os campos úmidos são formações herbáceo-arbustivas que ocorrem sobre solos mal drenados e lençol freático superficial, sendo sujeitos a inundações sazonais ou permanentes. Podem ocorrer em posições ecotonais, entre formações savânicas e florestais. Há poucas informações sobre os fatores edáficos que regulam os campos úmidos e impedem sua colonização por espécies lenhosas. Assim, objetivamos compreender como as variações edáficas do campo úmido interferem nas estratégias de estabelecimento de espécies arbóreas funcionalmente distintas em áreas de Cerrado. Serão realizados plantios em linha em três áreas de campo úmido, que ocorrem entre o cerrado denso e a floresta de galeria, no município de Assis, SP. As espécies utilizadas serão Calophyllum brasiliense (exclusiva de ambientes úmidos), Hymenaea stigonocarpa (intolerante a ambientes úmidos) e Tapirira guianensis (indiferente à umidade do solo). Ao longo do gradiente entre o cerrado, passando pelo campo úmido e até a floresta de galeria, será avaliada a influência de propriedades físico-químicas do solo e a profundidade do lençol freático sobre a emergência e sobrevivência de plântulas e a sobrevivência e crescimento de mudas. Respostas fisiológicas foliares às mesmas variações abióticas também serão avaliadas. Utilizaremos regressões para verificar a relação entre os fatores abióticos do campo úmido e os parâmetros analisados. Em ambiente controlado acompanharemos a germinação de sementes e emergência de plântulas frente a diferentes graus de umidade. O crescimento de plantas será avaliado em diferentes tipos de solo (de cerrado e floresta de galeria) e regimes hídricos (alagamento, saturação hídrica, restrição hídrica e em solo sem excesso ou restrição de água). Utilizaremos análise de variância para verificar a influência dos tratamentos sobre o estabelecimento das espécies. (AU)