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Análise técnico-econômico-ambiental do uso do biogás de vinhaça em diferentes configurações da biorrefinaria

Processo: 17/18194-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Antonio José Gonçalves da Cruz
Beneficiário:Andreza Aparecida Longati
Supervisor no Exterior: Corinne Scown
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos, SP, Brasil
Local de pesquisa : Lawrence Berkeley National Laboratory, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:15/11468-9 - Implementação de unidade de processo para geração de energia empregando vinhaça e integração na biorrefinaria de produção de etanol, BP.DD
Assunto(s):Vinhaça   Biogás   Bioetanol   Biorrefinarias

Resumo

Atualmente, um dos grandes desafios para o setor de energia é produzir biocombustíveis de forma econômica, eficiente e sustentável para competir no mercado. No processo de produção de bioetanol da cana-de-açúcar, são geradas grandes quantidades de subprodutos. Entre eles, a vinhaça é a mais abundante. A digestão anaeróbica (AD) da vinhaça é uma alternativa interessante para melhorar a produtividade e a sustentabilidade das biorrefinas de cana-de-açúcar. O AD promove o aumento da energia disponível na planta ao mesmo tempo que produz um fertilizante melhor. Este trabalho pretende implementar uma unidade de processo para secar o bagaço de cana antes de enviá-lo para a caldeira. A fonte de energia para o secador de bagaço é o biogás da digestão anaeróbica da vinhaça. Serão avaliadas duas unidades AD: a primeira será composta por um único estágio (fase metanogênica) e a segunda unidade composta por dois estágios (fases acidogênicas e metanogênicas, respectivamente). A modelagem matemática e a simulação das operações da unidade que ocorrem nesses processos serão realizadas. Posteriormente, os modelos desenvolvidos serão acoplados à biorrefinção de etanol 1G e simulados na plataforma EMSO, avaliando diferentes cenários. A análise técnica, econômica e ambiental do processo será realizada.