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A relação entre a lógica da verdade pragmática LPT e a lógica clássica

Processo: 17/22878-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Lógica
Pesquisador responsável:Luiz Henrique da Cruz Silvestrini
Beneficiário:Luis Felipe Salvador Boato
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Lógicas não clássicas   Lógica paraconsistente   Cálculo proposicional

Resumo

Em 1986, Mikenberg et al. introduziram a noção semântica da quase-verdade definida por meio de estruturas parciais, cujos predicados são entendidos como triplas de conjuntos mutuamente disjuntos, a saber: as sequências (n-uplas) que satisfazem o predicado, as que não satisfazem e as sequências cuja satisfação ao predicado é indeterminada, ou desconhecida. Coniglio e Silvestrini, ao se depararem com esse cenário, propuseram que a noção de predicados como triplas pudesse ser estendida para qualquer fórmula presente na linguagem de primeira ordem. Assim, uma nova noção de quase-verdade é obtida. O sistema subjacente a esta nova interpretação para a quase-verdade é chamado LPT, uma lógica paraconsistente de primeira ordem cuja base proposicional é uma lógica trivalente. O objetivo do presente trabalho é promover desenvolvimentos da LPT, no sentido de concebermos tal lógica paraconsistente e trivalente como uma extensão do Cálculo Proposicional Clássico. Com efeito, o modo como vemos a relação entre LPT e a lógica clássica depende sobre como entendemos o papel da negação fraca, da linguagem de LPT. (AU)