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As máximas do entendimento humano como regras do uso público da razão em Kant

Processo: 17/22267-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Ética
Pesquisador responsável:Monique Hulshof
Beneficiário:Vinicius Pinto de Carvalho
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Filosofia política   Razão

Resumo

Os conceitos de uso público da razão e uso privado da razão são fundamentais para a concepção kantiana de Esclarecimento. O uso privado é caracterizado por certa passividade da razão, que se submete a algum tipo de autoridade externa e segue as regras ditadas por essa autoridade. O uso público da razão, pelo contrário, é descrito como um uso ativo da razão, em que não se deixa de seguir regras, mas antes estas passam a ser fornecidas pela própria razão. Nossa pesquisa tem como objetivo investigar o que significa dizer que a razão segue regras (ou princípios) que ela "dá a si mesma" e quais são as regras que a razão deve seguir para que seu uso possa ser caracterizado como público. Com esse intuito, analisaremos em um primeiro momento o opúsculo Resposta à Questão: O que é Esclarecimento? a fim de obtermos uma clara diferenciação entre uso público e uso privado da razão. Em um segundo momento, com base no texto Que significa orientar-se no pensamento? e em determinados trechos da Crítica da faculdade de julgar (§ 40), analisaremos as "máximas do entendimento humano", buscando estabelecer assim uma ligação entre as máximas e o conceito de uso público da razão. (AU)