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Influência da limitação do movimento do punho na coordenação muscular do ombro durante tarefas dinâmicas

Processo: 17/26147-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 31 de maio de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Helga Tatiana Tucci
Beneficiário:Helga Tatiana Tucci
Anfitrião: Eric Jon Perreault
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Local de pesquisa : Northwestern University, Evanston, Estados Unidos  
Assunto(s):Eletromiografia   Controle motor   Cinemática

Resumo

A limitação da amplitude articular do punho durante atividades das extremidades superiores pode alterar o padrão de ativação não só dos músculos do antebraço, mas também pode causar desequilíbrio no padrão de ativação fisiológico da musculatura do ombro. Assim, compreender a influência da limitação do punho no sinergismo muscular do ombro é importante, uma vez que pacientes com disfunção do ombro apresentam alterações na ativação muscular e cinemática do ombro, considerados fatores de risco para lesões e disfunções musculoesqueléticas. O objetivo principal do estudo é comparar a coordenação dos músculos do ombro (sinergismo muscular) quando voluntários realizam tarefas dinâmicas da extremidade superior feitas em duas etapas, antes e após 24 horas contínuas de limitação de amplitude de movimento do punho feita através do uso de órtese. A análise de sinergismo muscular será feita para quantificar os padrões de coordenação muscular. A fatorização de matriz não negativa será usada para identificar os grupos de músculos que são ativados em conjunto (sinergias musculares) e determinar como a atividade desses grupos musculares muda durante as tarefas realizadas com órtese e sem órtese (na etapa pré uso de órtese) e, posteriormente, após o uso contínuo da órtese de punho por 24 horas contínuas. As sinergias musculares serão estimadas a partir de dados de eletromiográficos (SEMG) amostrados de todos os indivíduos antes e depois do uso da órtese para obter uma descrição específica da coordenação muscular. Para cada conjunto de dados obtidos das tarefas dinâmicas, a variance account for (VAF) análise será usada para quantificar com que precisão as sinergias musculares, possivelmente influenciadas pelo uso de órtese (coletadas antes e depois do uso), são capazes de reconstruir os dados EMG de cada indivíduo. O modelo linear de efeito misto (fatores fixos: grupo de reconstrução (sinergismo) e tempo de uso da órtese (antes e depois), fator aleatório: sujeito), com a VAF como variável dependente será usado para análise estatística. Acreditamos que os resultados deste projeto podem não só ajudar a entender o sinergismo dos músculos do ombro ante e após o uso contínuo de órtese do punho, mas também direcionar os clínicos para avaliar, observar e até mesmo elaborar protocolos de reabilitação orientados para o ombro enquanto uma pessoa for submetida a um tratamento com limitação de amplitude articular do punho, como uso de órtese e gesso. (AU)