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Estudo comparativo da monoterapia versus terapia combinada com alendronato e/ou Equisetum giganteum em ratas osteoporóticas submetidas a osteotomia femoral: evidência para mecanismo RANK/RANKL/OPG

Processo: 18/00152-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Jose Angelo Camilli
Beneficiário:Bruna Bighetto Cain
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Osteoporose   Reparo ósseo   Alendronato   Equisetum   Produtos naturais   Plantas medicinais   Receptor ativador de fator nuclear kappa-B   Modelos animais

Resumo

O presente projeto representa um aprofundamento do estudo científico com o extrato hidroalcoólico de Equisetum giganteum (EHEg), realizado no projeto "PIBIC - QUOTA 2016/2017", em virtude dos excelentes resultados obtidos e do aspecto inédito a eles associados, sendo, inclusive, premiado no IV Encontro de Biociência e Tecnologia (BITEC 2017) como "Melhor Apresentação de Pôster". Os produtos naturais têm sido reconhecidos como fármacos efetivos para uma grande variedade de indicações terapêuticas. A planta medicinal Equisetum giganteum tem sido utilizada empiricamente há muito tempo no Brasil para tratamento do reparo ósseo e/ou osteoporose, porém, a literatura carece de estudos científicos que comprovem estas atividades. O alendronato de sódio (ALE), um bisfosfonato e, portanto, uma droga antirreabsortiva, é reconhecido um dos fármacos de referência "padrão ouro" para o tratamento da osteoporose no Brasil e é amplamente distribuído na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), porém, possui vários efeitos colaterais importantes. Neste contexto, esta nova etapa do estudo propõe-se a avaliar o potencial terapêutico da monoterapia (ALE ou EHEg) e da terapia combinada (ALE+EHEg) em ratas osteoporóticas, utilizando doses baixas (1 mg/kg, i.g.) de ALE e/ou EHEg, evitando que o tratamento crônico induza efeitos colaterais importantes. Através de um desenho experimental pré-clínico, o presente projeto investigará aspectos comportamentais, morfológicos e toxicológicos, bem como o mecanismo de remodelação óssea por meio da investigação do sistema RANK/RANKL/OPG. Assim, este estudo poderá dar suporte à inserção desta espécie vegetal na lista de plantas medicinais da Resolução-RDC10/2010, da portaria 971 da PNPIC do Ministério da Saúde, bem como destacar um possível efeito sinérgico ou somatório em decorrência do tratamento combinado (ALE+EHEg), para tratamento da osteoporose e/ou para reparo ósseo, sem induzir efeitos colaterais importantes. (AU)