| Processo: | 17/10529-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Carlos Ferreira dos Santos |
| Beneficiário: | Nayara Ribeiro da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/07836-0 - Tradução e adaptação transcultural para a língua inglesa do Protocolo de Avaliação em Motricidade Orofacial MBGR com Escores., BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Tradução Sistema estomatognático |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adaptação transcultural | diagnóstico | Motricidade Orofacial | Protocolo MBGR | Tradução | Motricidade Orofacial |
Resumo O Protocolo de Avaliação Miofuncional Orofacial MBGR foi desenvolvido em língua portuguesa do Brasil para que fonoaudiólogos pudessem avaliar e diagnosticar os distúrbios miofuncionais orofaciais na população falante do mesmo idioma. Tendo em vista a ampla utilização do Protocolo MBGR na prática clínica e em trabalhos científicos, a imprescindibilidade da atuação de tradutores profissionais durante a realização de toda tarefa tradutória, a existência de estudos na literatura que recomendam diretrizes específicas para o processo de tradução e adaptação transcultural de instrumentos de avaliação clínica e a prevalência da língua inglesa norte-americana na divulgação e na disseminação do conhecimento técnico-científico, o estudo teve como objetivo traduzir e adaptar transculturalmente o Protocolo MBGR atualizado da língua portuguesa do Brasil para a língua inglesa norte-americana, de acordo com as diretrizes para a tradução e adaptação transcultural de instrumentos propostas por Beaton et al. (2000), visando à divulgação e à disseminação, em escala global, do instrumento e do conhecimento técnico-científico em Fonoaudiologia, especificamente em Motricidade Orofacial, produzido no Brasil. As diretrizes de Beaton et al. (2000) preconizam seis etapas: (1) tradução, (2) síntese das traduções, (3) retrotradução, (4) banca de especialistas, (5) pré-teste e (6) submissão da documentação ao comitê. Na primeira etapa, duas traduções para a língua inglesa foram elaboradas por dois tradutores nativos de língua inglesa. Na segunda etapa, estas duas traduções foram compiladas e uma versão síntese foi estabelecida. Na terceira etapa, a versão síntese foi retrotraduzida para a língua portuguesa do Brasil por dois tradutores nativos de língua portuguesa. Na quarta etapa, tradutores, retrotradutores e fonoaudiólogos, estabeleceram a versão pré-final do instrumento em língua inglesa a ser testada em campo; cada participante da banca atribuiu uma pontuação de 1 a 4 (1 = item não equivalente, 2 = item necessita de grandes alterações, 3 = itens necessita de pequenas alterações e 4 = item equivalente) para cada item da versão prévia do Protocolo MBGR em língua inglesa de acordo com o Índice de Validade de Conteúdo, com a finalidade de medir a porcentagem de especialistas em concordância sobre os itens do instrumento. Na quinta etapa, realizada em parceria com a Universidade do Sul da Flórida, aconteceram os testes para que a versão final do instrumento em língua inglesa norte-americana fosse estabelecida; na primeira fase do pré-teste, a versão pré-final do Protocolo MBGR em língua inglesa foi analisada a avaliada por 15 fonoaudiólogos norte-americanos, com o objetivo de verificar a qualidade e a clareza da tradução e adaptação transcultural do instrumento; na segunda fase do pré-teste, a versão pré-final Protocolo MBGR em língua inglesa reajustada a partir das análises e avaliações da primeira fase foi reanalisada e reavaliada por outros cinco fonoaudiólogos norte-americanos, com o objetivo de verificar a qualidade e a clareza da tradução e adaptação transcultural do instrumento; em ambas as fases, os fonoaudiólogos norte-americanos foram instruídos à (1) grifarem itens do Protocolo MBGR em língua inglesa que, para eles, não faziam nenhum sentido, (2) grifarem itens do Protocolo MBGR em língua inglesa que, para eles, faziam algum sentido, mas soavam estranho ou eram incomuns considerando o contexto de uma avaliação clínica e (3) comentarem o porquê grifaram cada item. Na sexta etapa, os relatórios pertinentes de todas as etapas do processo de tradução e adaptação transcultural do instrumento foram apresentados à um comitê. O título do instrumento traduzido para a língua inglesa norte-americana é "MBGR Protocol". Para o diagnóstico dos distúrbios miofuncionais orofaciais em populações falantes de língua inglesa norte-americana, recomenda-se que o "MBGR Protocol" tenha suas propriedades psicométricas validadas. | |
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