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Avaliação do potencial do ultrassom de baixa frequência para a terapia sonodinâmica de tumores cutâneos

Processo: 17/17442-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Pesquisador responsável:Renata Fonseca Vianna Lopez
Beneficiário:Yugo Araújo Martins
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/22451-7 - Sistemas de liberação sustentada e direcionada de fármacos para o tecido epitelial, AP.TEM
Assunto(s):Liberação controlada de fármacos   Melanoma   Neoplasias cutâneas   Terapia por ultrassom

Resumo

A terapia sonodinâmica (TSD) é uma modalidade terapêutica que vem sendo estudada para tratamento não invasivo de tumores cutâneos agressivos como o melanoma. Ela envolve a aplicação de ultrassom sobre o tumor para a ativação de um agente sonossensibilizante previamente administrado. Acredita-se que a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) responsáveis pela morte das células tumorais na TSD esteja relacionada ao fenômeno da cavitação acústica a qual, por sua vez, está relacionada a frequência do ultrassom. São poucos os estudos que avaliaram o efeito do ultrassom de baixa frequência (LFU) na TSD. O LFU é, no entanto, muito estudado como promotor físico de penetração cutânea. Assim, o LFU pode ser aliado à TDS para facilitar a penetração cutânea de agentes sonossensiblizantes e ainda ativá-los. Desta forma, o objetivo deste trabalho é avaliar a influência do LFU na TSD do melanoma associada ou não a um agente sonossensibilizante já bem estabelecido na literatura, a clorina-e6 (Ce6), administrada topicamente na presença e na ausência de um sistema de liberação micelar. Para isso, serão realizados estudos de citotoxicidade e de produção de ROS in vitro em células de melanoma murino em diversas condições de aplicação do LFU, da Ce6 e do sistema de liberação micelar. Estudos in vitro de penetração cutânea da Ce6 serão realizados para verificar a influência do sistema de liberação e do LFU na sua penetração. (AU)