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Digestão in vitro de matrizes proteicas mistas em sistema semi-dinâmico

Processo: 17/21457-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 03 de setembro de 2018
Vigência (Término): 29 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos
Pesquisador responsável:Samantha Cristina de Pinho
Beneficiário:Samantha Cristina de Pinho
Anfitrião: André Brodkorb
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Local de pesquisa : Moorepark Food Research Centre, Irlanda  
Assunto(s):Digestão   Digestibilidade   Proteínas de plantas   Proteínas de soja

Resumo

Esta proposta de Bolsa de Pesquisa no Exterior (BPE) pretende ser uma contribuição no estudo da digestão in vitro de matrizes proteicas mistas (proteínas animas + proteínas vegetais), um tema praticamente inexplorado na literatura. A abordagem escolhida para o estudo foi a digestão in vitro semi-dinâmica, que é composta por uma etapa gástrica que simula o esvaziamento do estômago seguida por uma etapa estática simulando o duodeno. O objetivo principal da presente proposta é avaliar o efeito da presença de proteínas vegetais sobre o comportamento digestivo das matrizes de proteína mista (MPM). A digestão in vitro é proposta para avaliar o impacto das matrizes de alimentos na reestruturação de biopolímeros na fase gástrica. Além disso, o impacto desta reestruturação sobre a bioacessibilidade de um bioativo incorporado (curcumin) também será avaliado. A proteína vegetal a ser estudada será o isolado de proteína de soja (SPI), e o isolado proteico de soro de leite (WPI) será a fonte de proteínas animais. As matrizes de proteína mista (MPM) conterão diferentes proporções SPI / WPI na sua composição, e serão estruturadas como: (i) géis: estes MPM serão produzidos por aquecimento; (ii) géis carregados de emulsão. Os experimentos de digestão in vitro serão realizados de forma totalmente estática em uma primeira etapa (estômago e intestino delgado), para identificar as MPM mais promissoras em termos de proteínas e lipídios absorvíveis. As MPM escolhidas serão posteriormente submetidas à digestão semi-dinâmica in vitro, na segunda etapa do projeto. Em ambas as etapas serão obtidos perfis de digestibilidade proteica e perfis de digestibilidade lipídica, bem como de bioacessibilidade da curcumina, o bioativo escolhido para ser incorporado nas emulsões dos géis carregados. (AU)

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