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Limitações fotossintéticas e monociclo do míldio da videira em diferentes Vitis spp. e temperaturas

Processo: 18/00952-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:Antonio Fernandes Nogueira Júnior
Supervisor no Exterior: Andreas Von Tiedemann
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : Göttingen University, Alemanha  
Vinculado à bolsa:17/02432-6 - Modelo de simulação de danos causados por míldio e ferrugem em Vitis spp. sob diferentes sistemas de condução, BP.PD
Assunto(s):Epidemiologia   Troca gasosa

Resumo

A videira é é cultivada em mais de 77.500 hectares no Brasil. O cultivo da videira é uma atividade agrícola importante nas regiões do sul, nordeste e sudeste do país. No entanto, o uso excessivo de fungicidas para controle de doenças na videira ainda é um obstáculo para a produção de uvas de mesa com alta qualidade. Os fungicidas são aplicados mesmo sem a quantificação efetiva do dano de doenças fúngicas em diferentes cultivares de videira no Brasil, como cv. Niagara Rosada (Vitis labrusca). A quantificação de danos é uma das motivações do projeto temático "Doenças da videira: epidemiologia, avaliação de danos e controle (Processo FAPESP 2013 / 24003-9)". O míldio (Plasmopara viticola) é um dos agentes patogênicos deste estudo temático. O míldio causa sérios danos à videira Vitis vinifera. No entanto, como mostrado nos resultados iniciais do projeto temático, Plasmopara viticola provoca redução na produção de biomassa e carboidratos em Vitis labrusca, cv. Niagara rosada (Nogueira Júnior, 2016). Este patógeno também reduz a fotossíntese das folhas mesmo em regiões assintomáticas perto das lesões de P. viticola em cv. Niagara rosada. Os objetivos desta proposta são estudar o monociclo em diferentes temperaturas e o determinar o efeito do míldio na fotossíntese em diferentes cultivares de Vitis vinifera e V. labrusca. Esta fase será realizada sob a supervisão do Dr. Andreas von Tiedemann, do Instituto de Fitopatologia e Proteção de Plantas da Universidade Georg - August - Göttingen, na Alemanha, com o fornecimento de material genético pelo Instituto de Melhoramento da Videira - Geilweilerhof - JKI - Alemanha. Durante o estágio na Universidade de Göttingen, o efeito do míldio na fotossíntese será determinado através do conceito de lesão virtual (Bastiaans 1991) e as limitações fotoquímicas, bioquímicas e difusivas (Nogueira Júnior et al., 2017) impostas por P. viticola serão determinadas nos diferentes cultivares de videira. As informação sobre as limitações impostas pelo patógeno na fotossíntese do hospedeiro e os dados sobre a redução da fotossíntese em regiões adjacentes às lesões serão utilizados para parametrizar o modelo de simulação de danos causados por patógenos em Vitis spp.

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