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Anatomia funcional e modulação da ativação do núcleo paraventricular induzida pela sepse

Processo: 17/25628-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Maria José Alves da Rocha
Beneficiário:Luís Henrique Angenendt da Costa
Supervisor no Exterior: Tarek Sharshar
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : Institut Pasteur, França  
Vinculado à bolsa:16/07803-0 - Efeito da inibição da ativação microglial sobre os parâmetros neuroimunoendócrinos durante a sepse, BP.DR
Assunto(s):Sepse

Resumo

A sepse, inflamação sistêmica desencadeada por um agente infecioso, produz um estado inflamatório no sistema nervoso central (SNC) que leva a alterações autonômicas, cognitivas, comportamentais e endócrinas. O núcleo paraventricular do hipotálamo (PVN) tem grande papel no controle hormonal durante a sepse, pois está associado à regulação de hormônios neurohipofisários e do eixo HPA. Uma das principais conexões do PVN é o núcleo central da amigdala (CeA), que em animais sépticos se mostrou suscetível a alterações microgliais e sinápticas. Porém, não se sabe como a sepse alteraria a comunicação entre esses dois núcleos e levaria a alterações hormonais. Para elucidar essa questão, primeiramente usaremos imunomarcação e animais trangênicos para avaliar temporalmente a ativação dessas áreas, assim como técnicas de eletrofisiologia in vivo para detectar atividades elétricas anormais. A comunicação entre PVN-CeA será avaliada por neurotraçamento retrógrado com vírus da raiva (glycoprotein (G)-deleted rabies virus). Verificaremos também se a sepse induz alterações estruturais e na plasticidade sináptica através da análise da morfologia de espinhas dendríticas e de optogenética para estimular/inibir neurônios aferentes a esses núcleos. Finalmente, faremos análises in vivo também utilizando optognética, bem como inibição da ativação microglial (com minociclina) e os consequentes efeitos na secreção de ACTH e corticosterona.