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Avaliação da expressão de NMNAT2: focando em futuras abordagens terapêuticas

Processo: 18/01251-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 30 de março de 2018
Vigência (Término): 29 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Elaine Aparecida Del Bel Belluz Guimarães
Beneficiário:Gabriel Henrique Dias de Abreu
Supervisor no Exterior: Hui-Chen Lu
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : Indiana University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/05361-2 - Papel do receptor Toll-like 4 (TLR-4) na discinesia e neuroinflamação induzida por levodopa em camundongos, BP.IC
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Hipocampo   Degeneração neural   Demência

Resumo

Nos últimos anos, várias moléculas foram descritas como os principais fatores para o funcionamento adequado do cérebro, como um mecanismo robusto contra várias condições de estresse e insultos. A família da nicotinamida mononucleotídeo adenilil transferase (NMNATs) pode atuar como enzimas via NAD + sintase, chaperonas e mesmo moléculas neuroprotetoras quando super expressas em cérebros de mamíferos. Estudos recentes revelaram que a NMNAT2 desempenha um papel importante na neuroproteção contra doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Além disso, estudos têm apontado níveis reduzidos de NMNAT2 nos cérebros de pacientes com a doença de Alzheimer, podendo levar ao estado de demência. Um trabalho recente descreveu 24 moduladores NMNAT2 positivos e 13 negativos que podem ser usados para a melhor compreensão da via e ainda propõem uma melhor abordagem para identificar esta enzima em vários modelos animais para distúrbios neurológicos. O trabalho tem como objetivo melhor entender sobre a expressão de NMNAT2 no hipocampo através de técnicas de purificação de RNA, síntese de DNA complementar, rt-PCR e validar alguns genes que podem estar envolvidos na via prejudicada do NMNAT2 usando sequenciamento de RNA. Por fim, as técnicas de immunoblotting e microscopia confocal serão realizadas para avaliar a distribuição e mudanças de NMNAT2 e facilitar análises futuras. (AU)