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Efeito da associação de BMP-2 e Wnt-3a em células osteoblásticas crescidas sobre superfície de titânio com nanotopografia

Processo: 17/23176-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Márcio Mateus Beloti
Beneficiário:Thales Fabro Vanzela Sverzut
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Nanotopografia   Implantodontia   Osteoblastos   Titânio   Proteínas recombinantes   Via de sinalização Wnt   Proliferação celular   Expressão gênica

Resumo

Superfícies de titânio (Ti) com nanotopografia podem favorecer a diferenciação osteoblástica por modularem várias vias de sinalização celular. Resultados do nosso grupo de pesquisa evidenciaram que o papel osseoindutor da nanotopografia, obtida por condicionamento com solução de H2SO4/H2O2, envolve pelo menos a modulação de dois mecanismos intracelulares relacionados às vias de sinalização de BMP e de Wnt. Esses mecanismos fazem com que células crescidas sobre essa superfície sintetizem maior quantidade de BMP-2 e sejam mais responsivas à BMP-2 exógena. Adicionalmente a via de sinalização de Wnt é ativada em resposta à nanotopografia. Baseado nesses resultados e considerando a participação das vias de BMP e Wnt no processo de osteogênese, o objetivo do presente estudo é avaliar se células osteoblásticas são mais responsivas à associação de BMP-2 e Wnt-3a exógena, quando crescidas sobre o Ti com nanotopografia (Ti-Nano), comparadas às crescidas sobre a superfície de Ti usinado (Ti-Controle). Para testar nossa hipótese, células da linhagem MC3T3-E1, subclone 14, serão cultivadas sobre discos de Ti-Nano e Ti-Controle. Será adicionado ao meio de cultura as proteínas recombinantes BMP-2 (100 ng/mL) e/ou a Wnt-3a (10 ng/mL) e as repostas celulares serão avaliadas por até 21 dias. Aos 3, 5 e 7 dias será analisada a proliferação celular pelo método colorimétrico de MTT. Aos 7 dias será avaliada a expressão dos genes marcadores ósseos, fosfatase alcalina (ALP), RUNX2, osterix, osteocalcina, por PCR em tempo real, e será detectada e quantificada a atividade in situ de ALP, pelo método de Fast red. Aos 21 dias, a matriz extracelular mineralizada será detectada pelo método colorimétrico de Vermelho de alizarina. Os dados serão submetidos ao teste de Kolgomorov-Smirnov para avaliar a aderência à curva normal e posteriormente analisados por testes paramétricos ou não paramétricos para verificar as diferenças entre as amostras estudadas. O nível de significância será de 5% (pd0,05). (AU)