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A) Estudo e medidas de TL-residual. B) Aplicação na datação na Barreira de Paranaguá

Processo: 17/25828-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física Nuclear
Pesquisador responsável:Shigueo Watanabe
Beneficiário:Luiz Felipe de Faria Pereira
Instituição-sede: Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/03085-0 - Geocronologia do quaternário da costa Sudeste e Sul do Brasil, AP.TEM
Assunto(s):Datação   Termoluminescência   Radiação solar

Resumo

O projeto se compõe de duas partes. Na parte A, será feito o estudo e medida experimental da chamada TL-residual, TLr, que é o valor da termoluminescência remanescente num sedimento exposto à radiação solar por mais de 10 a 12 horas. A TLr é importante numa datação de sedimentos pelo método de TL, uma vez que a quantidade chamada de dose acumulada que se obtém irradiando a amostra a ser datada, deve ser corrigido levando em conta a TLr. TLr se obtém, em princípio, expondo à radiação solar a amostra do sedimento por mais de 10 a 12 horas. Como, em geral, trata-se de um processo, que sofre grande influência do vento, tempo encoberto e chuva, aqui se propõe métodos alternativos, independente desses intemperismos. Na parte B, propõe-se efetuar a datação da chamada Barreira de Paranaguá, que se formou no pleistoceno. A barreira é, essencialmente, arenítico e tem um volume muito grande, estendendo-se do mar a 25 km no interior, com uma altura média de 7m. Tratando-se de sedimentos, a datação por TL será afetada pela TL-residual, cuja medida será efetuada pelo método que usa a lâmpada de Xe. A datação segue o método usual de determinar a dose acumulada, Dac, e, também da dose anual do sedimento em volta das amostras colhidas. (AU)