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Estudando a Artrite Idiopática Juvenil mediante uma abordagem de Medicina de redes

Processo: 17/12487-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 07 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Helder Takashi Imoto Nakaya
Beneficiário:Cesar Augusto Prada Medina
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID
Assunto(s):Prognóstico   Artrite juvenil   Reumatologia   Expressão gênica   Biologia de sistemas   São Paulo (SP)

Resumo

A Artrite Idiopática Juvenil (JIA) é reconhecida mundialmente como a doença reumatológica mais comum em pacientes pediátricos. Apesar da ausência de dados oficiais sobre a prevalência desta condição no Brasil, 464 novos casos foram diagnosticados em 2010 na cidade de São Paulo, constituindo a condição reumatológica pediátrica mais comum nesta localidade. Os pacientes brasileiros parecem ter cursos distintos de doenças. No entanto, como nos demais países, as diferenças fisiopatológicas subjacentes entre diferentes cursos da JIA não estão bem elucidadas. Consequentemente, não há testes disponíveis para estratificar os pacientes de forma confiável, portanto, o tratamento ainda depende de uma progressão empírica das prescrições de medicamentos, independentemente das particularidades do indivíduo. A fim de encontrar padrões fisiopatológicos consistentes da JIA que possam levar a descoberta de biomarcadores para a estratificação do paciente, bem como novos alvos de drogas e estratégias terapêuticas, propõe-se reanalisar todos os dados de expressão genética disponíveis publicamente associados à JIA em uma estrutura analítica comum. As abordagens bioinformáticas envolvendo metanálise estatística e princípios de medicina de rede, bem como técnicas de aprendizagem de máquina, serão aplicadas para atingir esse objetivo, além de constituir uma estratégia econômica para iniciar o desenvolvimento de ferramentas clínicas para o melhor prognóstico da doença. O uso de dados públicos de coortes de pacientes em todo o mundo garante a identificação de padrões globais e robustos, com os quais a fisiopatologia do portador de JIA brasileiro pode ser rigorosamente estudada no contexto global. Ademais, o presente projeto está sendo realizado em parceria com o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), o qual está disposto a avaliar nossa hipótese baseada em dados de pacientes brasileiros com JIA. (AU)

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