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Anticorpos recombinantes contra as toxinas alfa-hemolisina e CNF1 para o diagnóstico e terapia de Escherichia coli uropatogênica

Processo: 16/16188-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Roxane Maria Fontes Piazza
Beneficiário:Bruna Alves Caetano
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicologia   Escherichia coli uropatogênica   Toxinas bacterianas   Anticorpos   Proteínas hemolisinas   Testes imunológicos

Resumo

Infecção do Trato Urinário (ITU) é uma patologia com importante impacto econômico e social, pois, metade das mulheres terá ao menos um episódio durante suas vidas. A principal causa de UTI é Escherichia coli uropatogênica (UPEC). Dentre vários fatores de virulência produzidos por UPEC, destaca-se a alfa-hemolisina (HlyA) e o fator necrosante citotóxico 1 (CNF1). Estas toxinas causam a morte celular, HlyA é capaz de formar poros na membrana hospedeira e CNF1 altera a estrutura do citoesqueleto celular. Tendo em vista que até 60% das cepas de UPEC produzem HlyA e cerca de 40% expressam CNF1, estas toxinas se tornam bons alvos para o diagnóstico e intervenções terapêuticas. Contudo, o diagnóstico por métodos moleculares apresenta elevado custo e necessita de pessoal treinado para sua realização, e tratamentos baseados na administração de antibióticos gera a aquisição de resistência a essas substâncias. Assim, anticorpos recombinantes capazes de reconhecer e neutralizar as toxinas HlyA e CNF1 são uma proposta promissora para o diagnóstico e tratamento de ITU causadas por UPEC, contribuindo para a diminuição do impacto social e econômico desta patologia. Deste modo, nosso objetivo não é apenas obter as proteínas hierólogas HlyA e CNF1 por sistemas de expressão em procariotos, mas também os anticorpos sintéticos pelo metodologia de expressão em fagos. Por conseguinte, utilizar estas ferramentas para propor um teste de imunodiagnóstico e, esperamos que futuramente, uma nova terapia humana para esta patologia. (AU)

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