| Processo: | 17/25484-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Elétrica |
| Acordo de Cooperação: | FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção |
| Pesquisador responsável: | Paulo Gurgel Pinheiro |
| Beneficiário: | Dandara Thamilys Guedes de Andrade |
| CNAE: |
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis |
| Vinculado ao auxílio: | 17/07367-8 - Wheelie, tecnologia inovadora para dirigir cadeira de rodas, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Esclerose amiotrófica lateral Tecnologia da comunicação Comunicação alternativa Visão computacional Aprendizado computacional Inteligência artificial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aprendizado de Máquina | comunicação alternativa | expressões faciais | Inteligência Artificial | Visão Computacional | Inteligência Artificial |
Resumo Mobilidade e comunicação são os dois grandes desafios de pessoas que estão em uma cadeira de rodas e que não podem movimentar os braços. Aproximadamente 75% das pessoas diagnosticadas com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), por exemplo, precisam ou precisarão de alguma forma de assistência para se comunicar em algum momento da vida. Em estudo com 100 pacientes com ELA, 28% não eram capazes de falar, 47% falavam com severa dificuldade (fala arrastada) e apenas 25% era capaz de falar no estágio final da doença. Tecnologias de comunicação alternativa ou 'Augmentative and Alternative Communication' (AAC) que utilizam movimentação dos olhos podem ser cansativas e decepcionantes para pessoas que possuem movimentação na cabeça e rosto. Durante a FASE 1, entrevistamos 40 usuários de cadeira de rodas, com traumas na coluna ou doenças degenerativas. 100%dos entrevistados disseram sentir falta de uma ferramenta hands-free eficiente, não só para mobilidade, mas também para comunicação e controlar equipamentos como luzes e outros eletrônicos. 85% não gostariam ou não poderiam usar comandos de voz para controlar a cadeira de rodas. Pessoas entubadas em leitos hospitalares, ou temporariamente impossibilitadas de falar, podem sofrer severamente pela falta de comunicação. Para enfermarias, a comunicação apropriada reduz conflitos e soluciona problemas que podem aparecer durante a internação do paciente. Nesse trabalho, aplicaremos a tecnologia desenvolvida de detecção de expressões faciais para controlar um menu virtual para comunicação. (AU) | |
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