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Empresas sustentáveis e unidades de conservação

Processo: 17/24013-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Pesquisador responsável:Teresa Cristina Magro
Beneficiário:Ricardo Reale
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/15933-9 - Medindo serviços ecossistêmicos em áreas protegidas, BE.EP.DR
Assunto(s):Biodiversidade   Empresas   Áreas de conservação   Sustentabilidade

Resumo

Este projeto visa investigar a seguinte hipótese: o número de empreendimentos reconhecidos como sustentáveis, instalados próximos às unidades de conservação, não contribui para a preservação dos ecossistemas na mesma taxa de consumo dos serviços ecossistêmicos, devido à ineficiência das ações desenvolvidas e ao aumento da exploração, justificada pelo aumento no desenvolvimento de ações conservacionistas. Sendo assim, investigar-se-á, dentro do setor empresarial, a relação de associação com interferência entre a sustentabilidade e a conservação da biodiversidade em unidades de conservação. Será estimada qual a taxa de consumo dos serviços ecossistêmicos utilizados e extraídos das unidades de conservação pelos setores de interesse. Então, será inferindo quanto que as organizações consomem e quanto elas deveriam devolver, comparando com o quanto elas devolvem por meio de ações conservacionistas para a biodiversidade. A produção agrícola, industrial e energética foi impulsionada pelo crescimento da população mundial e aumento do consumismo. Assim, os recursos ambientais foram explorados mais rapidamente, gerando perda da biodiversidade e alterações climáticas. No entanto, diversos acordos internacionais plurissetoriais foram e estão sendo desenvolvidos como tentativa de mitigar e minimizar os impactos ambientais que o planeta vem sofrendo. Sob este aspecto, os setores agrário, energético e industrial estão no cerne da discussão devido à importância econômica de suas atividades, bem como dos danos ambientais consequentes de suas atividades. Estes setores já vêm desenvolvendo atividades mitigadoras e minimizadoras de danos ambientais, mas, no entanto, pouco se discute se as ações desenvolvidas são suficientes para suprir o estoque de recursos naturais fornecidos pelos ecossistemas. (AU)