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Avaliação do comportamento de ansiedade e alterações morfológicas na amígdala do cérebro de ratos submetidos à carcinogênese quimicamente induzida

Processo: 17/25131-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Daniel Galera Bernabé
Beneficiário:Maria Clara Bertolini Botelho
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Neurociências   Oncologia   Tonsila do cerebelo   Transformação celular neoplásica   Sistema nervoso central   Ansiedade   Modelos animais de doenças

Resumo

O câncer de boca é a neoplasia maligna mais comum na região de cabeça e pescoço. Estudos demonstram que pacientes com câncer de boca apresentam altos níveis de estresse e ansiedade, o que pode influenciar o tratamento e o prognóstico da doença. Entretanto, os mecanismos cerebrais envolvidos na indução da ansiedade associada ao processo de início e progressão do tumor são pobremente conhecidos. No presente estudo nós avaliaremos os efeitos do processo de carcinogênese bucal induzida por 4-nitroquinolina-1-óxido (4NQO) sobre o comportamento de ansiedade e morfologia da amígdala cerebral em ratos. O estudo será composto por 2 grupos: Grupo 1 (experimental), composto por 8 ratos machos Wistar tratados com o carcinógeno 4NQO; Grupo 2 (controle), composto por 8 ratos machos Wistar não submetidos ao tratamento com o carcinógeno 4NQO. Quando atingirem a idade adulta (90 dias) os animais do grupo experimental serão tratados com o carcinógeno 4NQO diluído na água de beber durante 120 dias, enquanto os animais do grupo controle serão mantidos apenas com água de beber. Antes do início e após os 120 dias de indução da carcinogênese bucal os animais de ambos os grupos experimentais serão submetidos aos testes comportamentais específicos para avaliação dos níveis de ansiedade. Análise histopatológica será realizada para avaliar a ocorrência de CEC no grupo experimental. Análise estereológica será utilizada para avaliação do número e volume de neurônios na amígdala dos cérebros de ambos os grupos. Testes estatísticos serão utilizados para avaliar a influência da indução carcinogênica sobre o comportamento de ansiedade e alterações cerebrais na amígdala. Acreditamos que este estudo permitirá compreendermos novos parâmetros neurocomportamentais associados à indução da carcinogênese quimicamente induzida. (AU)