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Identificação em larga escala de genes que medeiam a quiescência celular induzida pela laminina

Processo: 17/25437-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre Bruni Cardoso
Beneficiário:Mayara Carolinne Silva Botelho
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/10492-0 - Hippo-YAP como uma via de convergência dos sinais bioquímicos e mecânicos provenientes da matriz extracelular durante a morfogênese da glândula mamária e a progressão do câncer de mama, AP.JP
Assunto(s):Matriz extracelular   Laminina   Ciclo celular   CRISPR-Cas9   Transformação celular neoplásica   Sequenciamento de nova geração   Modelos animais

Resumo

A proliferação é o atributo mais conservado e fundamental de um sistema vivo. É a propagação de material genético através da divisão celular, mais do que quaisquer outros fatores, que distingue a vida de sistemas naturais inanimados. Entretanto, a maioria das células do nosso corpo não estão se dividindo, mas encontram-se num estado de quiescência. Por que, então, a quiescência triunfou durante a evolução e como ela é controlada? Sabemos que as células de organismos complexos param de proliferar mesmo na presença de uma abundância de recursos. É mais provável que fatores autônomos que estão presentes no microambiente celular desencadeiem e sustentem a quiescência celular. Ademais, a perda da quiescência é uma das características principais do Câncer. Para buscar elucidar os mecanismos moleculares que permeiam o processo de aquisição e manutenção, nós propomos usar identificação de genes em larga escala em células expostas aos sinais de quiescência da matriz extracelular (MEC). Células de uma linhagem epitelial da glândula mamária de camundongo fêmea serão transfectadas com sondas fluorescentes para o ciclo celular e com uma biblioteca de CRISPR/CAS9 e cultivadas numa matriz rica em laminina-111, uma proteína da MEC que induz quiescência. Aquelas células que continuam proliferando serão isoladas por cell sorting e submetidas a sequenciamento (next generation sequencing) para identificação do conjunto de genes nocauteados. Serão escolhidos de 3 a 5 alvos que serão validados por silenciamento e superexpressão seguidos de análise fenotípica em culturas tridimensionais. Com a conclusão deste projeto, a expectativa é obter informações cruciais sobre os mecanismos moleculares que controlam a quiescência em células normais e como esta regulação é perdida no Câncer. (AU)