| Processo: | 17/16511-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física |
| Pesquisador responsável: | Ilana Elazari Klein Coaracy Wainer |
| Beneficiário: | Fernanda Marcello de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/50686-1 - Paleo-vínculos na evolução das monções e dinâmica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Circulação oceânica Correntes oceânicas Mudança climática Atlântico Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico Sul | Projeções de Mudanças Climáticas | Ramo superior | circulação oceânica de grande escala |
Resumo Considerando a necessidade de entender o papel do oceano nas projeções de mudanças climáticas e a necessidade dessas projeções levarem em conta a presença de variabilidade interna em seus diagnósticos e avaliações, este projeto pretende investigar os caminhos que compõe o ramo superior da Circulação de Revolvimento Meridional no setor do Oceano Atlântico Sul. Essa região é o foco da contribuição brasileira para o projeto PaCMEDy (Paleo-Constrainsts on Monsoon Evolution and Dynamics, ou Paleo-Restrições na Evolução e Dinâmica de Monções, em português -- FAPESP - No. 2015/50686-1). O ramo superior da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico Sul (SAMOC, em inglês) engloba uma advecção para Norte que se inicia na borda Sudeste da bacia e carrega contribuições dos Oceanos Índico e Pacífico através do sistema: 1) Corrente da Benguela; 2) ramo sul da Corrente Sul Equatorial; 3) Subcorrente Norte do Brasil; 4) Corrente Norte do Brasil, até o Hemisfério Norte e a região polar, para compensar a formação de água profunda. A evolução espaço-temporal do fluxo é estudada, com foco na variabilidade de baixa-frequência e resposta às mudanças climáticas, bem como possíveis fatores moduladores. A conexão do ramo superior da SAMOC com o giro subtropical do Atlântico Sul, como sendo sua borda nordeste, também é explorada. Uma vez que esses sistemas estão intimamente acoplados, nossa hipótese é que a circulação anticiclônica do giro subtropical possa refletir variações na estrutura do fluxo do ramo superior, e vice-versa. Considerando isto, a interação entre essas feições oceânicas de grande-escala é analisada. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |