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Efeito da espessura e do tipo de material protético na resistência à fadiga e à carga máxima suportada por restaurações indiretas de coroas totais e overlays confeccionadas com sistema CAD/CAM

Processo: 17/04257-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Marcelo Giannini
Beneficiário:Mayara dos Santos Noronha
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/11658-3 - Efeito da espessura e do tipo de material protético na resistência à carga máxima e fadiga de molares tratados endodonticamente restaurados com overlays do tipo CAD/CAM, BE.EP.DR
Assunto(s):Dentística   Próteses e implantes   Restauração dentária   Coroas dentárias   Revestimento de dentadura   Zircônia   Fadiga dos materiais   Fraturas   CAD/CAM

Resumo

Vários fatores interferem na longevidade das restaurações indiretas: técnica do preparo, tipo de material protético e procedimentos clínicos de cimentação. Objetivos: o projeto tem como objetivo geral avaliar a influência da espessura do material restaurador indireto na resistência à fadiga, carga máxima para fratura e modo de fratura de coroas totais e overlays, confeccionados com diferentes tipos de materiais protéticos pelo sistema CAD/CAM. Materiais e métodos: cento e noventa e dois (192, n = 8) molares humanos hígidos receberão preparos padronizados para coroa total e de overlay, e serão restaurados com os materiais protéticos confeccionados em CAD/CAM. Serão confeccionadas peças protéticas de espessura: 0,5 mm; 1,0 mm e 1,5 mm, com quatro tipos de materiais: di- (DL) e silicato de lítio (SL), zircônia (ZI) e compósito híbrido indireto (CI), totalizando 12 grupos experimentais para cada tipo de coroa total e overlay. Após a cimentação, as coroas serão submetidas aos ciclos de cargas isométricas entre 200 N até 1400 N por no máximo 30.000 ciclos cada e aqueles que sobreviverem a estes ciclos serão submetidos às cargas axiais até à fratura. Os espécimes serão avaliados quanto ao modo de fratura. Os grupos serão comparados utilizando a análise de taxa de sobrevivência (teste de fadiga) e Teste T para os espécimes que resistirem à carga máxima, com nível de significância de 95%. Comparações Pairwise post-hoc serão realizadas para identificar as diferenças entre os grupos. (AU)