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Preditores antropogênicos de biodiversidade em resposta à fragmentação na Mata Atlântica

Processo: 17/24252-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Mauro Galetti Rodrigues
Beneficiário:Fernando Henrique Martin Gonçalves
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/01986-0 - Consequências ecológicas da defaunação na Mata Atlântica, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):19/00648-7 - Mudanças provocadas pelo processo de extinção em comunidades de mamíferos na Mata Atlântica, BE.EP.PD
Assunto(s):Conservação dos recursos naturais

Resumo

Os seres humanos modificaram as distribuições de espécies na maioria dos ecossistemas naturais do mundo. As variáveis do tamanho do corpóreo são talvez a característica mais importante de um organismo, podendo afetar os processos fisiológicos e ecológicos e influenciam diretamente sua capacidade de sobreviver e reproduzir em diferentes ambientes, incluindo aqueles que foram modificados pelas atividades humanas. Os padrões de respostas das espécies à fragmentação do habitat, um dos mais severos fatores antropogênicos, é uma abordagem importante no ramo da ecologia e conservação, porém os estudos geralmente são restritos geograficamente e taxonômicamente ou utilizam medidas indiretas de vulnerabilidade de espécies. Nosso objetivo neste trabalho será reportar os traços preditores de presença das espécies após fragmentação usando dados compilados de estudos em uma das maiores florestas da América do Sul que se distribui ao longo da costa brasileira e parte da Argentina e Paraguai. O estudo irá incluiu duas classes de vertebrados, aves e mamíferos, permitindo assim a inter taxonomia direta para comparação. Também testaremos a hipótese de que a transformação antropogênica de paisagens florestais pode resultar em alterações intraespecíficas significativas no tamanho corporal de aves e mamíferos residentes na Mata atlântica. Ao responder estas questões, procuramos expandir o conhecimento sobre um componente críptico, mas crucial da diversidade e do funcionamento da floresta, a fragmentação do habitat, na Mata atlântica, fornecendo assim ferramenta para estudos ecológicos e conservacionistas para tomadas de decisões.

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