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Uso de vacinas comerciais para circovírus suíno 2 em granja convencional: impacto eliminação viral nas fezes

Processo: 17/21592-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Alessandra Marnie Martins Gomes de Castro
Beneficiário:Victor Hugo da Silva
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Ensino de Graduação. Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (UniFMU). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Virologia   Circovirus   Vírus   Suínos   DNA viral   Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa quantitativa (qRT-PCR)

Resumo

O circovírus suíno 2 é o agente causal primário de várias síndromes que coletivamente são designadas circovirose no Brasil. Mundialmente, este vírus é responsável por enormes prejuízos econômicos e assume-se que a prevenção é um ponto fundamental na luta contra os prejuízos desencadeados pelo PCV2. Anteriormente ao desenvolvimento de vacinas contra PCV2, medidas de controle focavam-se na minimização e/ou eliminação dos fatores de riscos envolvidos na sua progressão. Atualmente, há várias vacinas comerciais disponíveis, as quais algumas delas são comercializadas no Brasil desde 2008. Estudos realizados em outros países demonstraram que as vacinas conferem imunidade contra os dois genótipos comumente encontrados (PCV2b e PCV2a), reduzem drasticamente a mortalidade e aumentam o desempenho dos animais infectados. O presente projeto tem como objetivo comparar a carga de DNA viral e o período de detecção de PCV2a e PCV2b nas fezes entre os animais vacinados e não vacinados. Oitenta animais com 14 ± 2 dias de idade serão selecionados, identificados e distribuídos em um dos quatro grupos experimental (A, B, C e controle). A vacina será administrada aos 21 ± 2 dias de idade e as amostras de suabe fecal serão coletadas uma semana antes da vacinação (DPV-7), no dia da vacinação (DPV0), a cada 14 dias até os animais atingirem D56 e, posteriormente, a cada 21 ou 28 dias (dependerá do peso de abate da granja) até o final do experimento. As amostras de fezes serão submetidas à reação em cadeia pela polimerase quantitativa (PCRq) para determinar a carga viral de PCV2a e PCV2b (AU)