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Papel do sistema TLR4/NFkB e da via do inflamassoma NLRP3 na exposição prolongada de células tubulares a concentrações elevadas de albumina

Processo: 18/03610-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Clarice Kazue Fujihara
Beneficiário:Filipe Reis Teodoro Andrade
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/10926-5 - Patogênese e terapêutica da doença renal crônica: papel da imunidade inata na lesão de glomérulos, túbulos e interstício, AP.TEM
Assunto(s):Nefrologia   Imunidade inata   Albuminas   Inflamação

Resumo

A Doença Renal Crônica envolve a participação de uma série de eventos inflamatórios que culminam com a fibrose do interstício renal mesmo que o processo se tenha iniciado exclusivamente nos glomérulos. Uma das principais hipóteses para explicar a correlação tão consistente entre lesão glomerular e inflamação intersticial é a de que as proteínas que atravessam a barreira glomerular ganham o lume tubular exercem um efeito tóxico sobre as células do túbulo proximal, fazendo-as sintetizar mediadores inflamatórios como citocinas e quimiocinas. No entanto, os mecanismos pelos quais ocorre esse suposto efeito pró-inflamatório da exposição das células tubulares a excesso de proteínas não estão claros. Em um dos subprojetos do temático, demonstramos que o aumento de albumina no lume tubular ativa as vias de sinalização da imunidade inata no modelo de adriamicina. Além disso, observamos que o tratamento com um inibidor da proliferação de linfócitos, o micofenolato mofetil, inibiu a atividade do sistema imnune inato (TLR4 e Caspase-1/NLRP3) e atenuou a deposição de colágeno. Com o intuito de compreender o processo de ativação da imunidade inata pelo excesso de proteínas, estamos propondo analisar o comportamento de células tubulares cultivadas, expostas a concentrações elevadas de albumina. Além disso, utilizaremos sequências de RNA de interferência (siRNA) para silenciar especificamente os TLR4 e NLRP3. (AU)