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Filmes de Langmuir e Langmuir-Blodgett de lipídios contendo fenilalanina desidrogenase para sensores de fenilalanina

Processo: 18/00291-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Luciano Caseli
Beneficiário:Rafael Leonardo Cruz Gomes da Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/14262-7 - Filmes nanoestruturados de materiais de interesse biológico, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):19/01797-6 - Filmes de Langmuir e Langmuir-Blodgett de lipídios contendo fenilalanina desidrogenase para biossensores de fenilalanina, BE.EP.MS
Assunto(s):Técnicas biossensoriais   Fenilalanina   Monocamadas de Langmuir   Química de interfaces   Imobilização de enzimas

Resumo

Neste projeto, pretende-se estudar a imobilização da enzima fenilalanina desidrogenase (PNH) em filmes de Langmuir e Langmuir-Blodgett (LB) de lipídios, assim como investigar suas propriedades físico-químicas e possíveis aplicações tecnológicas dos sistemas nanoestruturados produzidos. Essas propriedades incluem medidas de superfície das monocamadas de Langmuir (tensiometria, potencial de superfície, microscopia no ângulo de Brewster, espectroscopia vibracional e medidas reológicas), caracterização dos filmes LB por espectroscopias no UV-vis e no infravermelho, microscopia de força atômica e nanogravimetria por microbalança a cristal de quartzo, assim como viabilidade dos filmes LB produzidos para sensores de fenilalanina através de estimativas da atividade enzimática por métodos colorimétricos, e medidas de capacitância elétrica para montagem de curvas analíticas. Pretende-se não somente utilizar sistemas mistos lipídio-enzima, como também usar outras substâncias capazes de aperfeiçoar a acomodação molecular da enzima, assim como melhorar o sinal ótico e elétrico dos sistemas produzidos. Isso incluirá a introdução de nanotubos de carbono, polissacarídeos, nanopartículas metálicas, e polímeros condutores. Os resultados serão avaliados sob a perspectiva de possíveis implicações em nanobiotecnologia, inferidas a partir dos efeitos causados pelos nanotubos de carbono, polissacarídeos e polímero condutores nas membranas artificiais, especialmente como na incorporação de enzimas. (AU)