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Atração de caso em orações infinitivas em grego antigo: estudo de caso em Heródoto, Platão e Xenofonte

Processo: 17/23334-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Clássicas
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:José Marcos Mariani de Macedo
Beneficiário:Caio Borges Aguida Geraldes
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/18473-9 - Atração de caso em grego antigo: orações infinitivas, BE.EP.MS
Assunto(s):Sintaxe

Resumo

Normalmente justificada pelo interesse por parte dos autores clássicos em garantir maior coerência textual entre nomes de uma oração ou pelo maior ou menor foco dado a uma oração infinitiva, a atração de caso que recai sobre sujeitos de verbos infinitivos em grego antigo ainda não foi satisfatoriamente comentada e explicada, especialmente se comparada à versão que incide sobre pronomes relativos. Gramáticas e sintaxes renomadas (Goodwin 1881, Kühner e Gerth 1904, Schwyzer 1950, Humbert 1945, Smyth 1956, Cooper e Krüger 1992 e 2002 e Rijksbaron 2002) não apresentam restrições formais e deixam a ocorrência da atração a critério do autor. No entanto, em sentenças nucleadas por verbos prefixados com construção pessoal, não foi verificada nenhuma ocorrência de atração em Heródoto durante nossa coleta preliminar, o que põe em dúvida se sequências atraídas e não atraídas estão em variação livre. Por conta das informações vagas e insatisfatórias sobre o assunto, propõe-se a análise detalhada partindo de um levantamento abrangente de dados em Heródoto, Platão e Xenofonte. Esta será feita com parâmetros de morfologia, estrutura argumental, semântica e organização discursiva. Os parâmetros serão específicos de acordo com as intuições e comentários dos gramáticos e linguistas consultados. Para termos garantias de sua validade, as conclusões serão comparadas às de outros autores sobre a atração de caso (Andrews, 1971 e Sevdali, 2013) e sobre processos linguísticos afins em grego antigo (atração em geral, incluindo atração modal: Napoli 2014; em pronomes relativos: Rijksbaron 1981; Probert 2015 e 2016) e em diferentes línguas (védico e outras línguas índicas: Kulikov, 2012; línguas bantu e suas construções aplicativas: Bakker 1988; Marten 200). (AU)