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Aspectos da reanálise sintático-semântica de sem que em perspectiva diacrônica

Processo: 17/25442-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Linguística Histórica
Pesquisador responsável:Sanderléia Roberta Longhin
Beneficiário:Ana Maria Moraes
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Gramaticalização   Análise sintática   Semântica   Preposição   Conjunção   Diacronia

Resumo

O objetivo geral é investigar, no quadro teórico da gramaticalização (Traugott; Dasher, 2002; Heine; Kuteva, 2007; Bybee, 2015), aspectos da constituição histórica da perífrase conjuncional sem que, que no português contemporâneo expressa vários significados, dentre eles, o de concessão. Assumindo que sem que é fruto de um processo bastante produtivo - mas não puramente analógico - de criação de conjunções nas línguas românicas, buscaremos responder às seguintes questões: 1) Que propriedades da preposição sem favoreceram a incorporação progressiva da proposição-que é a posterior reanálise? 2) Quando e em que contextos, na história do português, emerge a acepção concessiva de sem que? Para tanto, conduziremos uma pesquisa em perspectiva diacrônica, fundada em textos de gêneros diversos, produzidos em um recorte temporal de sete séculos. (AU)

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