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Identificação e caracterização do antígeno prostático específico (PSA) em amostras prostáticas caninas

Processo: 17/26773-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Fonseca Alves
Beneficiário:Natália Sayegh Tokunaga
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Calicreína   Próstata   Carcinoma   Cães

Resumo

O carcinoma prostático (CP) é o câncer mais comuns em homens acima de 65 anos e a terceira causa de morte por câncer. Nos cães, o CP é uma neoplasia pouco frequente, no entanto, são consideradas andrógeno independente, com alta taxa de metástase e alto escore de Gleason. Assim, o cão pode ser considerado um bom modelo de estudo para o CP de algo grau de Gleason refratário à terapia hormonal. No homem, o antígeno prostático canino (PSA) é considerado um dos principais marcadores séricos de diagnóstico de reposta à terapia. Em cães, o PSA sério não está associado com o diagnóstico e/ou prognóstico. Alguns pesquisadores têm demonstrado à expressão de PSA em amostras de tecido prostático canino para identificar a célula de origem do CP canino. No entanto, a expressão de PSA no tecido prostático é controversa. Previamente, nosso grupo de pesquisa demonstrou a expressão de PSA em tecido prostático canino e metástases de CP. Indicando a imuno-histoquímica para a proteína PSA para identificação da origem prostática em metástases de carcinomas de origem desconhecida. Devido a esse papel ambíguo da expressão do PSA no tecido prostático canino, a presente pesquisa propõe identificar, caracterizar e validar o PSA como um marcador diagnóstico de amostras de tecido prostático canino. Para isso, propomos a realização de técnicas de proteômica para identificação e caracterização da proteína PSA no cão, e posteriormente a realização da espectrometria de massas para validação da reação cruzada do anticorpo anti-PSA humano com a proteína PSA no cão. Após identificação e caracterização do PSA no cão, propomos ainda a validação proteica do anticorpo em um grande grupo de amostras caninas (80 amostras) dispostas em uma lâmina de TMA. Estabelecendo assim, um padrão de expressão nas diferentes lesões prostáticas caninas. Com os resultados da pesquisa, pretendemos estabelecer o marcador PSA como diagnóstico de diferentes lesões prostáticas caninas, auxiliando a identificação da origem (célula luminal versus célula urotelial) deste tumor nos cães.