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Elaboração da carta de ocorrência de movimento de massa gravitacional na região do Vale do Paraíba e litoral norte do estado de São Paulo

Processo: 17/26842-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Civil - Geotécnica
Pesquisador responsável:Anna Silvia Palcheco Peixoto
Beneficiário:Otavio Augusto Furiatto Palmeira
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Geotecnia ambiental   Sistema de informação geográfica (SIG)   Desastres ambientais   Fragilidade ambiental   Sistemas de alerta   Prevenção de acidentes   São Paulo   Vale do Paraíba   Litoral

Resumo

Na última década vem ocorrendo um aumento significativo no número de desastres naturais em escala mundial, não sendo diferente no Brasil e mais especificamente no estado de São Paulo. Esse aumento deve-se a fatores como ao crescimento da urbanização levando a construções e desmatamento em encostas podendo ocasionar diversos problemas sociais, econômicos e perda de vidas. Por conta disso, são importantes os estudos que propiciem um melhor entendimento dos fatores desencadeadores e a capacidade de resposta das comunidades. Sendo assim, esse projeto de pesquisa tem como meta a obtenção de uma carta de perigo movimentos de massa gravitacional na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte do estado de São Paulo. Para tanto será feito um estudo prévio das regiões citadas, considerando a geomorfologia, geologia, hidrografia e uso e ocupação do solo. Aliado a isso, estão em desenvolvimento duas iniciações científicas sem bolsa, sendo uma delas do próprio solicitante, nas quais estão sendo inseridas no banco de dados de desastres naturais do IPMet/Unesp as coordenadas geográficas e o código COBRADE (Código Brasileiro de Desastres) de todos os desastres naturais do estado de São Paulo no período de 1996 a 2016, promovendo tanto a espacialização das ocorrências, como a interação com o banco de dados oficial da Defesa Civil. Até o momento os desastres estão disponibilizados no banco de dados em função do município não sendo possível um estudo mais detalhado das características físicas analisando-se a fragilidade ambiental. Os dados serão analisados estatisticamente em função dos números de ocorrência e da localização utilizando-se o software TerraView. A partir daí serão escolhidos os eventos com maior número de danos e se procurará obter as chuvas diárias, 3 dias, 7 dias e mensais anteriores a data da ocorrência para análise do agente desencadeador. Após o término desse estudo prévio, será feito a análise de perigo de ocorrência de movimentos de terra na região, tomando-se como referência inicial da metodologia proposta por FERREIRA (2012), mas incluindo também a chuva, avaliando fatores como a inclinação das encostas, amplitude das encostas, linhas de quebra do talude e área de solo exposto e vegetação no local, e para cada um, ponderando uma porcentagem na contribuição do perigo de ocorrência. (AU)