Busca avançada
Ano de início
Entree

Diferenciação morfológica de NG2 e astrócitos em estriado de ratos submetido ao modelo experimental de parkinsonismo: eficácia da doxiciclina no processo de neuroinflamação

Processo: 18/05146-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 30 de abril de 2018
Vigência (Término): 29 de junho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Elaine Aparecida Del Bel Belluz Guimarães
Beneficiário:Glauce Crivelaro Do Nascimento
Supervisor no Exterior: Laura Lopez Mascaraque
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : Instituto Cajal, Espanha  
Vinculado à bolsa:15/03053-3 - Avaliação de músculo pterigóideo medial e estruturas encefálicas relacionadas à nocicepção orofacial e comportamento emocional em modelo animal de estresse crônico e hipofunção mastigatória, BP.PD
Assunto(s):Neurofisiologia   Doxiciclina   Astrócitos   Doença de Parkinson

Resumo

O ambiente neuronal contribui para a neurodegeneração e, portanto, células de suporte, barreira hematoencefálica e matriz extracelular também são participantes dessa condição. Sobre isso, o componente neuroinflamatório dos distúrbios neurodegenerativos compreende a ativação robusta da célula glial residente. Há um componente inflamatório na doença de Parkinson, verificado principalmente por estudos post-mortem de cérebro de DP, análise de citocinas no soro e líquido cefalorraquidiano e associações de fatores de risco com citocinas e polimorfismos do complexo principal de histocompatibilidade. As tetraciclinas são um grupo de antibióticos que, além das propriedades antimicrobianas, têm efeitos protetores nas doenças neurodegenerativas e neuropsiquiátricas. Essas drogas exercem uma série de funções protetoras do cérebro, incluindo a redução dos processos neuroinflamatórios. É clara a importância dos astrócitos e células NG2 em patologias relacionadas ao sistema nervoso central. Com relação a isso, a participação das células gliais poderia fornecer um novo mecanismo neuroinflamatório para o efeito da doxiciclina. Além disso, o processo neuroinflamatório nas doenças neurodegenerativas, representado principalmente pela atuação glial, é um tema valioso para incrementar o foco de estudo de nossa linha de pesquisa. É importante ressaltar que o destaque para diferentes tipos morfológicos dessas células gliais é um tópico novo no modelo animal experimental com 6-OHDA e a caracterização de células NG2 no modelo de parkinsonismo 6-OHDA e discinesia induzida por L-DOPA é um dado pioneiro na literatura.

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.