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Colecistectomia laparoscópica utilizando dispositivo selante de vasos e modificação da técnica utilizando nó extracorpóreo em coelhos: estudo experimental

Processo: 17/23402-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Paola Castro Moraes
Beneficiário:Monica Carolina Nery Wittmaack
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Colecistectomia laparoscópica   Ducto cístico   Vesícula biliar   Coelhos   Autopsia

Resumo

As cirurgias laparoscópicas possuem vantagens conhecidas sendo amplamente utilizada na Medicina humana havendo tendência muito grande de redução dos procedimentos cirúrgicos abertos. Contudo, na Medicina veterinária, esse avanço nas videocirurgias não ocorre da mesma maneira. As cirurgias minimamente invasivas ainda estão restritas a alguns centros, havendo poucas pesquisas que buscam o avanço das técnicas em pequenos animais. A colecistectomia laparoscópica é técnica cirúrgica minimamente invasiva recente na Medicina veterinária. Estudos randomizados em vivo que avaliam diferentes métodos de divulsão e ligadura do trato biliar extra-hepático por laparoscopia trazem benefícios aos pacientes. Objetiva-se descrever duas técnicas de colecistectomia laparoscópica e comparar dois métodos de oclusão do ducto cístico relatando complicações e resultados trans e pós-operatórios, além de propor modificação da técnica de colecistectomia laparoscópica. Sendo assim, 20 coelhos serão utilizados como modelo experimental; será descrita a técnica de colecistectomia laparoscópica utilizando dispositivo selante de vaso para oclusão do ducto cístico (n=10), e técnica de colecistectomia laparoscópica por divulsão da vesícula biliar previamente à divulsão do ducto cístico e aplicação de nó extracorpóreo (n=10), através de quatro portais. O tempo total de cirurgia e de cada etapa operatória será mensurado para as técnicas propostas. Avaliações ultrassonográficas seriadas serão realizadas no período pós-operatório a fim de se verificar ausência de extravasamento de bile e peritonite biliar. Alterações abdominais macroscópicas serão verificadas aos quinze dias de pós-operatório por meio da necropsia dos vinte animais. Espera-se que a modificação da técnica de colecistectomia laparoscópica realizando a divulsão da vesícula biliar anterior ao ducto cístico seja uma opção viável e segura, e que o dispositivo selante de vasos possibilite oclusão adequada do ducto cístico comparável aos nós extracorpóreos. (AU)