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Peptidômica do veneno da aranha Acanthoscurria rondoniae

Processo: 17/23771-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Alexandre Keiji Tashima
Beneficiário:Guilherme Araújo Câmara
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Espectrometria de massas   Peptídeos   Peptidômica   Transcriptômica   Aranhas   Venenos de aranha

Resumo

A ordem das aranhas (Araneae) é considerada uma das mais diversificadas em número de espécies e também um dos grupos mais bem-sucedidos entre os animais venenosos do planeta. Um dos fatores que contribuem para o sucesso das aranhas é a produção de um veneno altamente tóxico a partir de suas glândulas, empregado para subjugar presas e como proteção contra possíveis predadores. A composição dos venenos de aranhas é complexa, mas sabe-se que grande parte de seus principais componentes são peptídeos na faixa de massas de 3-9 kDa, pertencentes principalmente às classes estruturais inhibitor cystine knot ou disulfide-directed b-hairpin. Desenvolvemos recentemente uma estratégia metodológica para sequenciar completamente e determinar o número de ligações dissulfeto de peptídeos maduros de aranhas. Essa estratégia é baseada em análise de espectrometria de massas dos peptídeos intactos e digeridos por múltiplas enzimas, análise transcriptômica e bioinformática. Propomos neste projeto a análise peptidômica do veneno da aranha Acanthoscurria rondoniae, com o objetivo de sequenciar completamente novos peptídeos maduros, determinar as ligações S-S, anotar o banco de dados transcriptômico de glândulas previamente montado e prospectar atividades antimicrobianas das frações peptídicas. (AU)

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