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Conectividade e estrutura local dos habitats em bacias hidrográficas no litoral Sul do estado de São Paulo: uma abordagem em SIG

Processo: 18/01829-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Fabio Cop Ferreira
Beneficiário:João Carlos das Neves Moreira
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema de informação geográfica (SIG)   Conectividade   Redes ecológicas   Ecossistemas fluviais   Biodiversidade   Bacia hidrográfica   Baixada Santista (SP)

Resumo

A perda de hábitats e fragmentação são dois fatores responsáveis pela redução da diversidade biológica em sistemas fluviais. Medidas relativas ao tamanho e complexidade dos hábitats estão associadas a padrões locais de diversidade, porém não permitem avaliarmos o papel da topologia (i.e. conectividade estrutural) e, consequentemente, dos efeitos da dispersão de organismos sobre a dinâmica dos ecossistemas aquáticos. Recentemente esta caracterização tem sido feita pela utilização de grafos espaciais. Neste sentido, o objetivo deste projeto será mapear bacias hidrográficas costeiras na Região da Baixada Santista (SP), a partir de dados de SIG para a obtenção de métricas que descrevam os segmentos de riachos em escalas locais (elevação, área, declividade) e regionais (topologia da rede). As bacias hidrográficas serão posicionadas em um espaço bidimensional representando o grau de complexidade estrutural e tamanho/estruturados hábitats. Propomos que, de modo geral, bacias maiores seriam também mais complexas do ponto de vista topológico. No entanto, é necessário reconhecer bacias que se distanciam deste padrão. Como implicações deste trabalho, espera-se obter elementos para compreendermos a importância relativa destes eixos na organização de sistemas fluviais na região da Baixada Santista, para posicioná-los em função do grau de sensibilidade da rede a impactos antrópicos em múltiplas escalas. (AU)