Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeitos de urbanização no funcionamento ecológico de kelps

Processo: 17/26269-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Ronaldo Adriano Christofoletti
Beneficiário:Aline Sbizera Martinez
Supervisor no Exterior: Emma Letitia Johnston
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of New South Wales (UNSW), Austrália  
Vinculado à bolsa:16/11947-7 - Efeitos de múltiplos estressores nas comunidades bentônicas de costões rochosos, BP.PD
Assunto(s):Ecossistemas costeiros   Impactos ambientais   Poluição ambiental   Urbanização

Resumo

O aumento exponencial na população mundial tem causada uma expansão das cidades. O processo de urbanização vem se espalhando de forma irregular com a rápida ocupação na zona costeira, o que coloca em risco a biodiversidade marinha e o funcionamento dos seus ecossistemas. Os principais problemas associados à urbanização é o aumento da poluição e a substituição de áreas naturais por estruturas artificiais. Mudanças físicas tem sido associado com declínios globais na riqueza de espécies, no aumento de invasões biológicas e alterações de processos ecológicos. Porém, ainda ná pouca informação sobre o efeito de urbanização sobre diversas funções ecológicas que comunidades bentônicas exercem nos ecossistemas. Já existem evidências de que assembleias de macroalgas como os kelps, por exemplo, exercem um papel exercem um papel importante no ciclo do carbon em sistemas bentônicos, embora este papel ainda não tenha sido investigado a fundo. Neste contexto, o objetivo principal do estágio de pesquisa no exterior é investigar como a urbanização afeta o papel dos kelps nos ecossistemas costeiros com relação ao "blue carbon", produtividade e conectividade entre habitats. Este estudo será realizado em colaboração com o laboratório "Applied Marine and Estuarine Ecology (AMEE)" na Universidade de New South Wales, cujo centro de pesquisa tem liderado mundialmente as pesquisas sobre impactos antrópicos nos ecossistemas marinhos. (AU)