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Jornalismo digital e recursos de tradução audiovisual: enfoque em mídias sociais e em blog sobre acessibilidade e inclusão

Processo: 17/23514-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Linguística Aplicada
Pesquisador responsável:Lucinéa Marcelino Villela
Beneficiário:Juliana Gonzalez Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Jornalismo digital   Gestão de conteúdo   Acessibilidade   Inclusão digital   Mídias sociais   Auxiliares de comunicação para pessoas com deficiência   Tecnologia assistiva   Audiodescrição   Deficiência auditiva   Transtornos da visão

Resumo

Este projeto tem como objetivo principal aliar a prática jornalística com a área de produção de recursos acessíveis que possibilitam às pessoas com deficiência auditiva e visual serem incluídas nos contextos jornalístico, educacional, cultural e de entretenimento na sociedade brasileira. Os principais recursos abordados no projeto serão a audiodescrição (AD) e a legendagem para surdos e ensurdecido (LSE). Tais recursos são obrigatórios nos canais de televisão abertos no Brasil desde 2000 quando foi homologada a Lei nº 10.098, chamada de Lei da Acessibilidade. Além da obrigatoriedade dos recursos de acessibilidade sensorial nos canais de televisão aberta, outros decretos e normativas têm instruído a sociedade brasileira sobre a acessibilidade sensorial e física e atualmente outros ambientes culturais e de entretenimento já implantam a AD e LSE em seus produtos, apresentações etc. Dessa forma, dividiremos as etapas do projeto em estudos sobre recursos de tradução audiovisual com enfoque na acessibilidade sensorial (AD e LSE), aprofundamento sobre a temática de WEB acessível (temática bastante inovadora e contemporânea no Brasil), e proporemos a atualização e a alimentação de conteúdo do blog do grupo de pesquisa Mídia Acessível e Tradução Audiovisual (MATAV), grupo cadastrado pelo CNPq desde 2013, e de sua página do Facebook. Tais canais estão ativos há mais de três anos, mas necessitam de jovens pesquisadores da área de jornalismo que se dediquem exclusivamente para a atualização de conteúdo de maneira mais profunda, profissional e com uma agenda fixa. (AU)