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Tomato severe rugose vírus: potencial de espécies suscetíveis como fonte de inóculo do vírus, transmissão vertical e horizontal por B. tabaci MEAM1 e seleção de estirpes fracas para pré-imunização em tomateiro

Processo: 18/01633-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Jorge Alberto Marques Rezende
Beneficiário:Gabriel Madoglio Favara
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/51771-4 - Begomovírus e Crinivirus em Solanaceas: epidemiologia molecular e estratégias, AP.TEM
Assunto(s):Epidemiologia   Vírus de plantas   Begomovirus   Tomateiro   Mosca-branca   Bemisia tabaci

Resumo

O tomateiro no Brasil é suscetível a diversas espécies de vírus do gênero Begomovirus. O Tomato Severe Rugose Virus (ToSRV) destaca-se por predominar nos cultivos das principais regiões produtoras desta hortaliça no país e causar danos econômicos à produção. O ToSRV é transmitido de maneira persistente circulativa pela mosca-branca Bemisia tabaci MEAM1. Além do tomateiro, o ToSRV possui uma ampla gama de hospedeiros, entre plantas cultivadas e daninhas. Estes hospedeiros alternativos podem atuar como reservatórios do vírus no campo. Embora não muito frequente, há Begomovirus que pode ser transmitido para a progênie de B. tabaci, por via transovariana e também entre adultos, via acasalamento, como demonstrado para o Tomato Yellow Leaf Curlvirus. Isto pode ter importância na epidemiologia da doença, uma vez que o inóculo viral se mantém no vetor, mesmo na ausência de plantas hospedeiras do vírus. Apesar do uso de cultivares resistentes e da aplicação constante de inseticidas para o controle do vetor, a doença associada ao ToSRV ocorre em altas incidências em cultivos de tomateiro. Esses fatos justificam a busca por mais conhecimento sobre a epidemiologia da doença e das relações vírus-vetor para permitir o desenvolvimento de medidas alternativas de manejo dessa Begomovirose. Os objetivos deste trabalho serão: avaliar o potencial de espécies suscetíveis ao ToSRV como fonte de inóculo do vírus; verificar a transmissão transovariana e via acasalamento do ToSRV por B. tabaci MEAM1; procurar por estirpes fracas do ToSRVe realizar testes de pré-imunização em tomateiro. Os resultados obtidos fornecerão informações importantes que poderão ser utilizadas para o manejo mais eficaz dessa Begomovirose na Tomaticultura. (AU)

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