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Avaliação da modulação autonômica cardíaca e da capacidade funcional na sobreposição da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono

Processo: 18/00860-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Audrey Borghi e Silva
Beneficiário:Patrícia Faria Camargo
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Doença pulmonar obstrutiva crônica   Apneia obstrutiva do sono   Arritmia sinusal respiratória   Frequência cardíaca   Ecocardiografia   Testes de função respiratória   Teste de caminhada

Resumo

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença de comprometimento pulmonar e sistêmico que, associada a outras doenças, como no caso, a Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS), pode provocar um prejuízo maior no desempenho funcional e na qualidade de vida. Contudo, é pouco sabido sobre a coexistência da DPOC e SAOS e o impacto dela no sistema cardiovascular autonômico e no prejuízo funcional no seguimento ao longo de um ano. Objetivos: avaliar e determinar o impacto da sobreposição da SAOS na DPOC, no seguimento de um ano dos pacientes, no comportamento autonômico cardíaco durante as mudanças posturais ativa, passiva, manobra de arritmia sinusal respiratória e exercício, além da capacidade funcional. Métodos: na primeira etapa, voluntários a partir de 50 anos realizarão uma avaliação clínica, exames de função pulmonar, ecocardiograma e exame domiciliar do sono, a fim de serem alocados nos grupos DPOC ou DPOC+SAOS. Na segunda etapa, responderão a questionários e realizarão exame de avaliação da composição corporal por meio da bioimpedância e, na terceira etapa, passarão pela avaliação do comportamento autonômico por meio da Variabilidade Da Frequência Cardíaca (VFC) em repouso, durante as mudanças posturais passiva e ativa, na manobra de arritmia sinusal respiratória, e durante o teste de caminhada de seis minutos. Neste último teste será também avaliada a capacidade funcional do voluntário por meio da distância percorrida. Após período de um ano, na quarta etapa, esses pacientes serão reavaliados quanto ao aspecto da VFC (repouso, mudança postural passiva, manobra de arritmia sinusal respiratória e exercício) e da capacidade funcional. Resultados esperados: espera-se que as alterações autonômicas cardíacas e funcionais estejam mais prejudicadas no grupo DPOC com sobreposição da SAOS em relação ao grupo DPOC isolado, tanto no repouso como durante o exercício e que haja prejuízo funcional e autonômico mais pronunciado conforme progressão e severidade das doenças. (AU)