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A diferente percepção entre neurologistas sobre pacientes com Esclerose Múltipla

Processo: 17/13838-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Enedina Maria Lobato de Oliveira
Beneficiário:Fernando de Nigris Vasconcellos
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Pessoal de saúde   Neurologistas   Doenças desmielinizantes   Esclerose múltipla   Consciência (percepção)   Estudos de validação   Inquéritos e questionários

Resumo

O estudo das diferentes percepções por parte dos profissionais da saúde acerca de uma doença é algo frequentemente negligenciado. Poucos estudos foram realizados sobre o assunto, apesar de ser algo muito importante, pois interessantemente, estudos analisando a percepção de doença entre pacientes e médicos sugerem que divergências de compreensão podem gerar dificuldades no tratamento. Pode-se dizer que, a partir de estudos realizados em outras doenças, no caso lúpus eritematoso sistêmico e esclerose sistêmica sugerem que médicos, mesmo dentro de um mesmo hospital detêm visões diferentes. Esses aspectos nunca foram avaliados em doenças neurológicas, incluindo a EM. A hipótese dessa pesquisa, é que mesmo em um hospital terciário de referência para doenças complexas, neurologistas do mesmo serviço avaliam de forma diferente a EM. Este estudo envolverá duas etapas, sendo a primeira delas a validação da escala internacional, IPQ-R P, que avalia a percepção sobre uma doença por parte dos profissionais da saúde, sendo que esse processo terá como base um guia de adaptação intercultural de escalas. Após a validação do questionário, neurologistas da UNIFESP que participarão dos estudos, receberão alguns casos clínicos de pacientes portadores de esclerose múltipla. A partir desses casos, eles deverão preencher os questionários com suas impressões. Posteriormente será feito um estudo estatístico sobre as respostas obtidas procurando averiguar as possíveis diferenças de percepção entre médicos pertencentes a uma mesma instituição. (AU)