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Avaliação microtomográfica de uma nova superfície de implante recoberta por nanocristais de hidroxiapatita em modelo ósseo desafiador: estudo in vivo em coelhos

Processo: 17/24736-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Sérgio Luís Scombatti de Souza
Beneficiário:Lucas de Sousa Saltareli
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Implantação dentária   Ósseointegração   Biomateriais   Seio maxilar   Hidroxiapatita   Microtomografia   Histomorfometria   In vivo

Resumo

A osseointegração depende, dentre outros fatores, da superfície do implante. A literatura descreve diversas formas de se obter modificações na microtopografia do implante (plasmas de titanium e hidróxido de cálcio, anodização, jateamento, ataque ácido, laser e combinação de técnicas). A microtexturização dos implantes são estratégias usadas para promover uma melhor ancoragem óssea. Assim, levando em consideração o desenvolvimento de novas superfícies de implantes visando à melhora qualitativa e quantitativa do fenômeno de osseointegração, o objetivo deste projeto é realizar um estudo in vivo, compreendendo coelhos machos saudáveis, brancos da raça New Zealand. Para avaliar a resposta biológica uma nova superfície de implante de 4º geração, modificada pela adição de nano-hidroxiapatita, por meio de análises histomorfométrica e micro tomográfica. Para tal, serão instalados 2 tipos de mini implantes (usinados, tratados com duplo ataque ácido e com adição de nano-hidroxiapatita) na região de seio maxilar dos coelhos saudáveis (n=32). Os animais serão eutanasiados aos 30 e 60 dias. As regiões do seio maxilar contendo o enxerto ósseo e os implantes serão coletadas removidas e fixadas para posterior análise tri-dimensional e processamento histológico. Os resultados obtidos serão expressos como média ± desvio padrão dos grupos em cada período. Serão realizados pré-testes para avaliar a normalidade dos dados. Com base nos resultados, serão selecionados os testes estatísticos apropriados para analisar as diferenças entre grupos em cada período (30 e 60 dias), e intra-grupos, em relação aos diferentes tempos. Em todas as análises, será considerado p<0,05.