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Ecologia e estrutura trófica do caranguejo aranha Libinia ferreirae (Decapoda: Majoidea) no litoral sul de São Paulo

Processo: 18/01659-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Antonio Leão Castilho
Beneficiário:Geslaine Rafaela Lemos Gonçalves
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/00105-3 - Aplicação dos modelos de mistura isotópica na ecologia à estrutura trófica do caranguejo-aranha Libinia ferreirae (Decapoda: Majoidea), BE.EP.DR
Assunto(s):Crustáceos   Decapoda   Caranguejo   Libinia ferreirae   Simbiose   Pesca   Região Sul   São Paulo

Resumo

O caranguejo aranha Libinia ferreirae (Majoidea) mantem relações interespecíficas diversas durante seu desenvolvimento ontogenético, megalopas e jovens podem se associar a medusas Scyphozoa e os adultos podem "hospedar" inúmeros epibiontes como anêmonas-do-mar. Entretanto, se desconhece como L. ferreirae interage ecologicamente no ecossistema e como a mesma se encontra frente à exploração como bycatch na pesca de arrasto. O objetivo deste projeto é descrever as interações da teia trófica dos organismos coletados na pesca de arrasto, bem como as relações ecológicas de L. ferreirae durante distintos estágios de seu desenvolvimento. A região de estudo será Cananéia-SP, um ecossistema de alta importância ecológica nomeado Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 1999. Análises isotópicas ´13C e ´15N serão aplicadas para traçar a posição trófica dos animais, bem como o tipo de interações ecológicas, mensurada a partir do tecido muscular, e do conteúdo estomacal de L. ferreirae, de todos os organismos obtidos na coleta de arrasto. O nível trófico dos indivíduos coletados na pesca de arrasto e como os mesmos podem estar se inter-relacionando será investigado com pacote SIAR (software R), o qual será possível analisar se L. ferreirae está alimentando-se de sua hospedeira medusa ou de presas planctônicas, quando simbionte, e se está utilizando seus simbiontes como fonte alimentar, quando é hospedeira de anêmonas-do-mar. Ressalta-se que este é o primeiro estudo a analisar um amplo aspecto de interações biológicas e relações tróficas de L. ferreirae. (AU)

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