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Modelo de fluxo estomático de ozônio aplicado a espécie arbórea tropical: incorporação da ação de compostos orgânicos voláteis na remoção de ozônio

Processo: 18/02018-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Regina Maria de Moraes
Beneficiário:Víctor de França Silva
Instituição-sede: Instituto de Botânica. Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/19738-8 - Modelo de fluxo estomático de ozônio aplicado a espécie arbórea tropical: incorporação da ação de compostos orgânicos voláteis na remoção de O3, AP.R
Assunto(s):Compostos orgânicos voláteis   Ozônio   Astronium   Qualidade do ar

Resumo

A concentração de ozônio troposférico (O3) tem aumentado no mundo todo, ameaçando espécies vegetais e ecossistemas. As plantas atuam como drenos do O3 por meio de processos estomáticos e não estomáticos. Os processos não estomáticos incluem a remoção de moléculas de O3 da camada limítrofe de ar que recobre a folha por compostos orgânicos voláteis (COV) emitidos pelas plantas. Muitos estudos têm buscado o desenvolvimento de modelos de níveis críticos de proteção da vegetação contra os efeitos do O3. Verificou-se que índices baseados na condutância estomática e nos fatores ambientais que a modulam produzem resultados mais precisos que os índices baseados apenas na concentração de O3 no ar. O objetivo deste projeto é incorporar a ação dos compostos orgânicos voláteis emitidos por Astronium graveolens Jacq., espécie arbórea tropical sensível ao O3, em modelo de fluxo estomático de O3 para verificar se isso resulta em aumento de sua capacidade preditiva. Plantas jovens serão expostas às condições ambientais durante seis meses em local contaminado por O3. Serão realizados cursos diários da condutância estomática semanalmente. Nos mesmos dias, os COV serão coletados e analisados por cromatografia gasosa com detecção em espectrômetro de massas. Clima e qualidade do ar serão monitorados continuamente. A força do modelo será avaliada por meio de curva dose x resposta considerando-se as injúrias foliares como a variável resposta, constituindo um subsídio para políticas públicas de controle da qualidade do ar. (AU)