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Avaliação dos efeitos das vesículas extracelulares liberadas por promastigotas de Leishmania amazonensis na resposta de macrófagos e na progressão da doença

Processo: 18/06597-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Patricia Xander Batista
Beneficiário:Natasha Ferraz de Campos Reis
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/17245-4 - Avaliação dos efeitos das vesículas extracelulares liberadas por promastigotas de Leishmania amazonensis na resposta de macrófagos e na progressão da doença, AP.R
Assunto(s):Leishmania mexicana   Resposta imune   Vesículas extracelulares   Interações hospedeiro-parasita   Alvo terapêutico   Técnicas e procedimentos diagnósticos

Resumo

Parasitas do gênero Leishmania são os agentes etiológicos da leishmaniose, grupo de doenças de amplo espectro de sinais e sintomas clínicos que vão desde a forma cutânea a forma visceral. A doença se inicia pela interação entre moléculas do parasita e receptores expressos na superfície de células do hospedeiro. Nos hospedeiros mamíferos, o parasita é capaz de infectar e proliferar no interior de células fagocíticas, especialmente os macrófagos. A interação parasita-hospedeiro ainda não está completamente compreendida e recentemente tem sido demonstrado que vesículas extracelulares (EVs) liberadas por algumas espécies de Leishmania parecem contribuir para o estabelecimento da infecção e imunomodulação. EVs secretadas por parasitas e micro-organismos podem participar da patogênese de doenças infecciosas mas os mecanismos envolvidos neste processo ainda não foram completamente esclarecidos. Além disso, ainda não foram realizados estudos para verificar o papel das EVs produzidas por promastigotas de L. amazonensis (uma das espécies responsáveis pela leishmaniose cutânea no Brasil) na ativação e/ou modulação de células fagocíticas, do sistema imunológico e na progressão da doença. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar a influência das EVs liberadas por promastigotas de L. amazonensis sobre macrófagos, no curso da doença experimental e da resposta imunológica. Dessa forma, este projeto pode contribuir para o melhor entendimento da relação parasita-hospedeiro e da modulação/ativação do sistema imunológico na infecção por L. amazonensis. Os dados obtidos poderão ser futuramente empregados na identificação de novos alvos moleculares assim como no desenvolvimento de estratégias alternativas para terapêutica e diagnóstico. (AU)