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Estudo toxicogenético do extrato hidroalcoólico da própolis vermelha em células de mamíferos in vitro e in vivo

Processo: 18/06675-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia
Pesquisador responsável:Jairo Kenupp Bastos
Beneficiário:Samuel Do Nascimento
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/04138-8 - Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro, AP.TEM
Assunto(s):Desenvolvimento de fármacos   Linhagem celular   Fibroblastos   Citotoxicidade   In vivo   Análise toxicológica   Técnicas in vitro   Testes para micronúcleos

Resumo

A própolis vermelha produzida no litoral nordestino tem grande potencial para o desenvolvimento de medicamentos, sendo os testes referentes à genética toxicológica são um componente básico para a avaliação da segurança pré-clínica de compostos candidatos a fármacos, tendo como propósito identificar substâncias que possuem um potencial de risco de induzir mutações. Neste sentido, os testes de genotoxidade têm sido utilizados, principalmente, para a previsão de potencial carcinogênico. O presente estudo tem como objetivos avaliar o potencial citotóxico e genotóxico do extrato hidroalcoólico da própolis vermelha em células de mamíferos in vitro e in vivo. A própolis vermelha será obtida da cidade de Canavieiras, Bahia, a qual será congelada, triturada e submetida à extração com etanol-água 7:3. O extrato obtido será liofilizado e mantido em freezer. Neste estudo será utilizada a linhagem celular de fibroblastos de pulmão de hamster Chinês (V79) e a citotoxidade será avaliada por meio do ensaio de eficiência clonogênica. A análise do potencial genotóxico do extrato será realizada pelo teste do micronúcleo. As concentrações do extrato a serem utilizadas serão definidas a partir do screening com diferentes concentrações que irão variar da maior concentração permitida para ensaios in vitro. Para o teste do micronúcleo in vivo, experimentos preliminares serão realizados para a determinação de três diferentes doses do extrato a serem avaliadas nos ensaios, considerando que a maior dose permitida para estes ensaios é de 2000 mg/kg p.c.