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Chinjutsu e as especificidades da terminologia gramatical japonesa: desafios para sua interpretação e tradução

Processo: 18/01767-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Estrangeiras Modernas
Pesquisador responsável:Eliza Atsuko Tashiro
Beneficiário:Rafael Sposito
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Gramática   Tradução   Língua japonesa   Enunciação

Resumo

Desde que foi proposto em 1908 pelo gramático Yoshio Yamada, o conceito de chinjutsu foi motivo de extensa discussão entre os gramáticos japoneses, dando origem a diferentes visões e teorias. Nas pesquisas sobre a gramática japonesa realizadas no Brasil, porém, não foi ainda concretamente explicado. Por vezes traduzido pelos gramáticos brasileiros como "modalidade" ou "asserção", entre outros termos, o chinjutsu, ainda que seja um fenômeno abstrato, tem a particularidade de ser realizado ou realçado a partir de elementos gramaticais específicos, como os jodôshi (auxiliares verbais), os shûjoshi (morfemas finais) e os kakarijoshi (morfemas de efeito modalizador). Sendo o conceito de chinjutsu de grande relevância para a compreensão da realização linguística da língua japonesa, mas pouco abordado pelos manuais de gramática desenvolvidos no Brasil, propõe-se, neste projeto, buscar e traduzir as definições atribuídas ao chinjutsu em manuais de linguística japoneses, para, em seguida, apresentar uma explicação objetiva desse conceito, que possa, não somente contribuir para a compreensão do funcionamento da gramática do japonês por seus estudantes, mas também servir como base para futuras pesquisas linguísticas sobre esse aspecto do idioma. (AU)